quinta-feira, 29 de setembro de 2011

DÁ PARA ACREDITAR NA JUSTIÇA DO BRASIL???

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Supremo tende a permitir que CNJ só processe juízes, se nada for feito antes pelas corregedorias dos tribunais

Edição do Alerta Total – http://www.alertatotal.net
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Por Jorge Serrão

O espírito do velho guerreiro das causas nobres, o Marechal Massary konoku, parece que baixou ontem nos arredores do Supremo Tribunal Federal. Por isso os ministros da Corte Suprema deram uma providencial adiada na decisão sobre uma ação direta de inconstitucionalidade movida pela Associação dos Magistrados do Brasil, para reduzir os poderes de punição aplicáveis pelo Conselho Nacional de Justiça – o tal órgão de controle externo do Judiciário, na verdade, formado pelo pessoal interno deste próprio Poder.

Como é costume no Brasil, onde tudo acaba em Pizza ou Conciliação, os ministros do STF costuram um acordo com o resto da magistratura para não ser penalizado, publicamente, pelo desgaste de enfraquecer o Conselho Nacional de Justiça (que pode não ser uma Brastemp, mas pelo menos já mandou para a geladeira 49 magistrados que pisaram na toga desde 2005). Pela regra que tende a ser sacramentada pelo STF, o CNJ funcionará como uma “última instância”. Só poderá processar juízes se nada for feito antes contra os suspeitos pelas corregedorias dos tribunais.

Tudo indica que as corregedorias serão obrigadas a seguir um prazo para decidir sobre denúncias contra magistrados. Caso as corregedorias não tomem as providências previstas, aí sim, a Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça poderá ser acionada para intervir contra o juiz ou desembargador posto em suspeição. Atualmente, 35 desembargadores são investigados pelo CNJ. Por isso, o eventual esvaziamento do Conselho representaria um retrocesso institucional e uma perigosa demonstração de que os bandidos (com ou sem toga, não importa) continuam organizando o crime no Brasil.

O mais importante da não-decisão de ontem do STF é que a reação indignada da opinião pública foi decisiva para que não fossem retirados os poderes do CNJ – que tem cumprido o papel de ouvir a sociedade nas queixas ignoradas sistematicamente pelas corregedorias corporativistas dos tribunais. O Venerável Marechal Massary konoku está rindo de olho a olho...

Vitoriosa

Embora tenha ficado queimada com a maioria dos membros mais corporativistas do Judiciário, a Corregedora Nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, venceu a primeira batalha contra o risco iminente que o CNJ corria de ser completamente esvaziado.

A ministra voltou a esclarecer ontem o sentido real de suas polêmicas declarações sobre os “gravíssimos problemas de infiltração de bandidos que estão escondidos atrás da toga".

Eliana Calmon deixou clara que sua intenção é proteger a magistratura dos “bandidos infiltrados”.
 
 
Fonte: Alerta Total

HONESTIDADE É OBRIGAÇÃO DO CIDADÃO.

UMA HISTÓRIA SOBRE OS GEISEL
Um querido amigo e companheiro de turma da AMAN conta que, quando comandou o 6° BComDiv em Bento Gonçalves/RS, terra do Gen Geisel, tomou conhecimento de um fato muito interessante.

O pai do General tinha um comércio que incluia a loteria federal. Havia um amigo dele que participava de todos os sorteios comprando um bilhete, sempre do mesmo número.

Certa época, esse amigo precisou viajar, ficou duas ou três semanas fora,  e, naturalmente, não comprou os seus  bilhetes preferidos.

Para o azar do amigo, em um dos sorteios, o bilhete foi sorteado com o primeiro prêmio!

Quando esse amigo retornou a Bento Gonçalves, foi direto falar com o pai do Geisel, para lamentar-se do ocorrido.

O Sr Geisel disse a ele: "Que nada, eu comprei os bilhetes para você e eles estão aqui. Vá buscar o seu prêmio, mas não se esqueça de me pagar pelas apostas que eu fiz para você!"

É, eram outros tempos, outra educação, outra formação, outro tipo de compromisso com a honestidade...

Agora, nos tempos da famiglia Lulla da Silva, este tipo de gente e comportamento é chamado de otário, ingênuo, bobo, idiota e outros sinônimos...

Paulo Chagas

Fonte: TERNUMA

CADÊ O TCE DE PE...não acredito nele.

A INCRÍVEL HISTÓRIA DA MINISTRA DO TCU
e seu filho governador e uma empresa de locação de veículos que recebe dinheiro público

27/09/2011

A deputada Ana Arraes (PSB-PE), eleita ministra do TCU em razão da mobilização do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), seu filho, concedeu entrevistas em que o “zelo pelo dinheiro público” e a necessidade apareciam numa relação de oposição. Uma coisa espantosa mesmo! Parece que ela não é apenas uma teórica dessa perniciosa contradição. Leiam o que informam Fernando Mello e Felipe Coutinho, na Folha:

O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e a mãe dele, a deputada federal Ana Arraes (PSB-PE), já pagaram cerca de R$ 300 mil em verbas públicas a uma locadora de automóveis de uma filiada ao PSB. A BSB Locadora não tem carros suficientes para cumprir seus contratos, não possui site nem número na lista telefônica e tem como endereço uma sala fechada na periferia de Brasília. Graças à mobilização feita pelo filho, Ana Arraes foi eleita na semana passada para o TCU (Tribunal de Contas da União), órgão que fiscaliza o uso de verba pública. A relação de Campos e de Ana Arraes com a locadora extrapola os serviços fornecidos oferecidos pela empresa. A sócia majoritária da BSB, Renata Ferreira, é filiada ao PSB -legenda presidida pelo governador.

Renata resolveu entrar no partido em outubro de 2009, uma semana depois de ter vencido uma licitação para fornecer automóveis para a representação do governo pernambucano em Brasília. Renata também tem emprego, como terceirizada, no Ministério de Ciência e Tecnologia, que no governo Lula foi comandado pelo PSB -no primeiro mandato, foi dirigido pelo próprio Campos. O pai dela, Esmerino Ferreira, trabalha no gabinete de Ana Arraes desde 2007. Antes, foi o motorista de Campos entre 1998 e 2006. No cabeçalho das mensagens enviadas pelo fax da casa da dona da locadora, não aparecem os nomes da empresa ou dos proprietários -mas o de “Eduardo Campos”.

A locadora foi criada em 21 de julho de 2008. Segundo um dos sócios, a empresa não tinha veículos no início e usava carros da família, por conta das dificuldades para obter financiamento. Até que, no ano seguinte, ganhou o contrato do governo de Pernambuco.

Com um capital social de R$ 8 mil, a BSB Locadora já faturou mais de R$ 540 mil de verbas públicas. A empresa recebeu R$ 210 mil do governo de Pernambuco na gestão de Campos, outros R$ 93 mil do gabinete de Ana Arraes, segundo dados oficiais dos dois órgãos. Recebeu, ainda, R$ 40 mil do PSB nacional, de acordo com notas fiscais que a Folha obteve, de 2009. Nos quatro dias em que a Folha foi até a locadora, na cidade satélite de Samambaia, a sala estava trancada por uma porta de vidro. Aqui

Por Reinaldo Azevedo

Fonte: TERNUMA

UMA PEQUENA AMOSTRA DO MAR DE LAMA DO GOVERNO-PT

Cobertura do Maracanã custa R$ 47 milhões na Polônia e R$ 197 milhões no Brasil. Ora, são só R$ 150 milhões!

O secretário adjunto de Planejamento e Procedimento do Tribunal de Contas da União (TCU), Marcelo Luiz Souza da Eira, disse, em audiência no Senado nesta quinta-feira (29), que há indícios de sobrepreço nas obras de cobertura do estádio do Maracanã. Em sua opinião, o estado do Rio de Janeiro e a União precisam dar justificativas ao tribunal. Marcelo Eira participou da quarta audiência pública do seminário Primeira Avaliação Parlamentar da Copa do Mundo de 2014, que discutiu, na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), a fiscalização das obras da Copa do Mundo de 2014.

O secretário adjunto disse que estádios similares na Ucrânia e na Polônia, usando o mesmo tipo de fornecedor, tiveram custo de R$ 47 milhões, enquanto que o valor estimado para a cobertura do Maracanã chega a R$ 197 milhões. Ele salientou que a diferença é "astronômica" e que o estado deve rever a estimativa de custo. O TCU também constatou sobrepreço em editais de obras em outros estados, que já foram corrigidos, e não há indícios de outras irregularidades graves, disse o secretário do tribunal. Ele explicou que a atribuição do TCU é fiscalizar os contratos de financiamentos para fundamentar as decisões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Caixa Econômica Federal. Informações sobre o acompanhamento das obras da Copa pelo TCU pode ser acessadas na internet.
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Se o secretário do TCU chama um sobrepreço cinco vezes maior de "indício",  que será que é prova para o tribunal? Cobrar e cobertura e não instalar?

BRASIL... Um país de todos...CORRUPTOS- O Povo não merece

29/09/2011
às 6:59

Por um país mais corrupto, mais burro e mais feio! O PT que protege Valdemar Costa Neto quer tirar Gisele Bündchen do ar

O Brasil assistiu ontem a uma cena explícita de pornografia política. Por 16 votos a 2, o Conselho de Ética da Câmara rejeitou a abertura de processo disciplinar contra o deputado Valdemar Costa Neto (SP), o chefão do PR e um dos réus no processo do mensalão. Ele era, como todos sabem, o grande comandante do Ministério dos Transportes. Nem Dilma Rousseff agüentou. Demitiu o ministro Alfredo Nascimento e mais 25 pessoas no Dnit. Mas a esmagadora maioria do Conselho, sob o comando do PT e orientação do Planalto — a “Faxineira Mestra” não quer mais saber da vassoura para varrer coisa nenhuma —, decidiu que nada há que desabone aquele patriota. Que fique claro: o conselho estava apenas decidindo se existiam ou não INDÍCIOS para abrir o processo. Não era uma sentença de condenação.
Michel Temer (PMDB), o vice presidente, já disse anteontem uma frase e tanto: “Não se pode governar de vassoura na mão”. E com a sujeira debaixo do tapete? Ah, isso pode! Enquanto o PT, num canto, salvava Valdemar, o mesmo PT, no outro, se mobilizava para tirar do ar uma propaganda estrelada por Gisele Bündchen. VOCÊS ENTENDERAM DIREITO: O PARTIDO QUE ESTÁ NO PODER ACHA QUE GISELE FAZ MAL AO BRASIL E QUE VALDEMAR FAZ BEM. Antes que avance, vejam o sempre excelente Heraldo Pereira comentando o caso Valdemar e entrevistando os deputados Fernando Francischini (PSDB-PR) e Amauri Teixeira, do PT da Bahia, no Jornal da Globo.
Publico o vídeo para que não reste a menor dúvida de que o PT trabalhou ativamente para livrar a cara do “companheiro” Valdemar. Faz sentido. No processo do mensalão, por exemplo, José Dirceu ocupa uma posição superior à do deputado do PR na hierarquia do crime. Na prática, o tal Ademir está defendendo a sua própria turma. Mas a vida, felizmente, é mais do que essa gente com cara de recepcionista de funerária de filme B. Também nos reserva beleza e graça. E isso o PT, evidentemente, não pode suportar. A petista Iriny Lopes, titular da Secretaria de Políticas para as Mulheres, decidiu enroscar com um comercial estrelado por Gisele Bündchen. A ministra, de uma corrente do partido chamada “Articulação de Esquerda”, encaminhou um ofício ao Conselho de Auto-Regulamentação Publicitária (Conar) pedindo que uma série de comercias sobre lingerie seja retirada do ar. Nos filmes, uma Gisele com vestido ou bermuda dá uma má notícia ao marido; na tela, aparece, então, a palavra “Errado”. Em seguida, usando a lingerie, ela dá a mesma notícia, e aí surge a palavra “certo”. Uma voz em off recomenda: “Você é brasileira; use seu charme! Hope, bonita por natureza”. Iriny não gostou! Assistam a um dos filmes. Volto em seguida.


Espírito bucéfalo do tempoAntes que comente a interpretação petralha que fizeram da propaganda — eles a entenderam pelo avesso!—, é preciso comentar a boçalidade dessa gente articulada com o espírito do tempo. O fim do comunismo — e, no particularíssimo aspecto de que tratarei, a boa notícia teve o seu lado trágico — conseguiu fazer um mal imenso à inteligência. Enquanto aqueles tarados viviam perseguindo a “revolução social” ou se organizavam para tentar dar o golpe final na democracia, a própria democracia estava razoavelmente protegida da estupidez, do obscurantismo, da ignorância. Ficavam lá metidos em suas igrejas de pensamento, organizando as suas conspiratas, e não importunavam tanto. Quando a perspectiva da grande virada se desfez, a esquerda se fragmentou nesses intoleráveis e, acima de tudo, INTOLERANTES, “movimentos de minoria”. A pauta, no fim das contas, é a mesma — continuam empenhados em destruir a sociedade democrática —, só que, agora, falam em nome de grupos organizados. A “classe operária” saiu de cena; em seu lugar, entraram “as mulheres”, “os gays”, “os negros”, os “sem-terra”, os “ecologistas”, os “sem-isso”, os “sem-aquilo”…  E as lideranças dessas ditas minorias se empenham, então, em impor a sua vontade ao conjunto da sociedade.
Os antigos comunas, ao menos, tinham lá sua idéia de universalidade, que se revelou estúpida, brutal, homicida. As minorias de agora não são menos autoritárias, não! Apenas não dispõem dos mesmos instrumentos e não podem aderir à mesma forma de luta. Mas a sua determinação de destruir valores universais — porque, supostamente, expressões de uma sociedade burguesa, reacionária — é, no que respeita à filiação de idéias, ainda que não o saibam, caudatária do lixo leninista. A tal lei que quer punir a homofobia não vê problema nenhum em golpear junto a liberdade de expressão. A causa justificaria. A dona Iriny considera que uma forma de censura é o caminho mais curto para ela proteger o direito das mulheres. A conclusão é inescapável: para o PT, Valdemar Costa Neto é parte da democracia, mas aquela propaganda ofende gravemente.
Gente sem humor, sem inteligência, sem referênciaJá escrevi aqui certa feita que, se Swift (1667-1745) reencarnasse no Brasil e escrevesse hoje, quase 300 anos depois, o seu “Uma modesta proposta para prevenir que, na Irlanda, as crianças dos pobres sejam um fardo para os pais ou para o país, e para as tornar benéficas para a República”, seria denunciado pela ministra Maria do Rosário (Direitos Humanos). Afinal, ele recomendava que os irlandeses resolvessem o problema da fome comendo as crianças dos pobres. Sim, era uma ironia. Mas não para quem Swift é só uma marca de salsicha.
Posso estar enganado, claro! — vai que o obtuso seja eu, e Iriny, uma iluminista —, mas entendo que o filme da agência Giovanni+DraftFCB ironiza o machismo ao colocar no papel de submissa, de “loura desfrutável”, uma mulher inegavelmente bem-sucedida, que enriqueceu pelo próprio esforço (à diferença de pilantras que livram a cara de pilantras), que há muito não precisa pedir autorização para homem nenhum para fazer o que bem entende. Essa agência já fez a propaganda de uma TV por assinatura. Víamos a mesma Gisele, ajoelhada, com um balde do lado, a limpar o assoalho. Um maridão meio pançudo, feioso, assistindo a um jogo de futebol, de papo pro ar, pede que ela interrompa o serviço para pegar mais um cervejinha na geladeira… E ela cobra qaue ele, ao menos, peça “por favor”. Houvesse só uma “gostosa” desempenhando um papel ou outro, talvez a polêmica fizesse algum sentido — ainda que o pedido para tirar a propaganda do ar continuasse estúpido. Mas se recorre a Gisele justamente para fazer com que o machismo, um dado da realidade, passe a girar em falso.
Não é mesmo incrível que os petistas acreditem que um comercial de lingerie seja ofensivo às mulheres, mas não a proteção ao tal deputado? Quem, no fim das contas, quer tratar as mulheres como idiotas?
Como disse aquele ministro, os idiotas, definitivamente, perderam a modéstia. Se não tomarmos cuidado, em breve, teremos de sair à rua munidos com um manual de instruções para não apanhar de vara das “polícias das minorias”. A ministra Iriny deveria dedicar os seus melhores esforços para criar a calcinha e o sutiã politicamente corretos. Não que homens liguem muito para isso, como sabem todos aqueles que me lêem. Quase sempre, quando essas peças têm alguma importância, a gente está pensando em outra coisa. Alguma das moças que me lêem já ouviu o gajo a dizer coisas como: “Mas essa sua rendinha, hein?” Só se foi o melhor amigo… Mas tá. Talvez Iriny devesse reunir o Comissariado do Povo para Assuntos de Calcinha e decidir que tipo de peça íntima deve usar a mulher para que não seja tratada como mero objeto. Ceroulas talvez…
Encerro
Eles não estão apenas tornando o país mais corrupto. Eles também o deixam mais burro e o querem mais feio. À imagem e semelhança do criador.
Por Reinaldo Azevedo
29/09/2011

terça-feira, 27 de setembro de 2011

A LEI DE GERSON-LEVAR VANTAGEM EM TUDO

Governador de PE paga R$ 300 mil para locadora de carro de filiado ao partido

O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e a deputada federal Ana Arraes (PSB-PE) – mãe dele -, já utilizaram em torno de R$ 300 mil provenientes de verbas públicas para pagar uma locadora de automóveis de uma filiada ao partido.

A sócia majoritária da empresa, Renata Ferreira, além de ser filiada ao PSB, tem emprego de terceirizada no Ministério de Ciência e Tecnologia. Seu pai também trabalha no governo, desde 2007, no gabinete de Ana Arraes. A deputada foi eleita na semana passada para o Tribunal de Contas da União, órgão que fiscaliza o uso de verba público.
 
Origem... DiegoCasaGrande

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

TOLERÂNCIA ZERO, JÁ... CONTRA CORRUPÇÃO...TAMBÉM

TEORIA DAS JANELAS QUEBRADAS OU "TOLERÂNCIA ZERO"
Aí está um dos segredos da coisa.

Em 1969, na Universidade de Stanford (EUA), o Prof. Phillip Zimbardo realizou uma experiência de psicologia social.  Deixou dois automóveis abandonados na via pública; dois automóveis idênticos, da mesma marca, modelo e até cor.   Um deixado no Bronx, na altura uma zona pobre e conflituosa de Nova York e o outro em Palo Alto, uma zona rica e tranqüila da Califórnia.

Dois automóveis idênticos, abandonados em dois bairros com populações muito diferentes e uma equipe de especialistas em psicologia social estudando as condutas das pessoas em cada lugar.

Resultou que o automóvel abandonado no Bronx começou a ser vandalizado em poucas horas. Perdeu as janelas, o motor, os espelhos, o rádio, etc. Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não puderam levar, destruíram. Contrariamente, o automóvel abandonado em Palo Alto manteve-se intacto.

É comum atribuir à pobreza as causas de delito.  Atribuição em que coincidem as posições ideológicas mais conservadoras, (da direita e esquerda). Contudo, a experiência em questão não terminou aí, quando o automóvel abandonado no Bronx já estava desfeito e o de Palo Alto estava há uma semana impecável, os investigadores partiram um vidro do automóvel de Palo Alto.

O resultado foi que se desencadeou o mesmo processo que o do Bronx, e o roubo, a violência e o vandalismo reduziram o veículo ao mesmo estado que o do bairro pobre. Por quê que o vidro partido na viatura abandonada num bairro supostamente seguro, é capaz de disparar todo um processo delituoso?

Não se trata de pobreza. Evidentemente é algo que tem a ver com a psicologia humana e com as relações sociais.

Um vidro partido num automóvel abandonado transmite uma idéia de deterioração, de desinteresse, de despreocupação que vai quebrar os códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de regras, como que vale tudo. Cada novo ataque que o automóvel sofre reafirma e multiplica essa idéia, até que a escalada de atos cada vez piores, se torna incontrolável, desembocando numa violência irracional.

Em experiências posteriores (James Q. Wilson e George Kelling), desenvolveram a 'Teoria das Janelas Partidas', a mesma que de um ponto de vista criminalístico, conclui que o delito é maior nas zonas onde o descuido, a sujeira, a desordem e o maltrato são maiores.

Se se quebra um vidro de uma janela de um edifício e ninguém o conserta, muito rapidamente estarão quebrados todos os demais. Se uma comunidade exibe sinais de deterioração e isto parece não importar a ninguém, então ali se gerará o delito.

Se se cometem 'pequenas faltas' (estacionar-se em lugar proibido, exceder o limite de velocidade ou passar-se um semáforo vermelho) e as mesmas não são punidas, então começam as faltas maiores e logo delitos cada vez mais graves. Se se permitem atitudes violentas como algo normal no desenvolvimento das crianças, o padrão de desenvolvimento será de maior violência quando estas pessoas forem adultas.

Se os parques e outros espaços públicos deteriorados são progressivamente abandonados pela maioria das pessoas (que deixa de sair das suas casas por temor aos gangs), estes mesmos espaços abandonados pelas pessoas são progressivamente ocupados pelos delinqüentes.

A *Teoria das Janelas Partidas* foi aplicada pela primeira vez em meados da década de 80 no metrô de Nova York, o qual se havia convertido no ponto mais perigoso da cidade. Começou-se por combater as pequenas transgressões: grafites deteriorando o lugar, sujeira das estações, alcoolismo entre o público, evasões ao pagamento de passagem, pequenos roubos e desordens. Os resultados foram evidentes. Começando pelo pequeno delito, conseguiu-se fazer do metrô um lugar seguro.

Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani, o prefeito de Nova York, baseado na Teoria das Janelas Partidas e na experiência do metrô, impulsionou uma política de 'Tolerância Zero'. A estratégia consistia em criar comunidades limpas e ordenadas, não permitindo transgressões à Lei e às normas de convivência urbana.

O resultado prático foi uma enorme redução de todos os índices criminais da cidade de Nova York. A expressão 'Tolerância Zero' soa como uma espécie de solução autoritária e repressiva, mas o seu conceito principal é muito mais a prevenção e promoção de condições sociais de segurança.

Não se trata de linchar o delinquente, nem da prepotência da polícia. De fato, a respeito dos abusos de autoridade, deve-se também aplicar a tolerância zero.  Não é tolerância zero em relação à pessoa que comete o delito, mas tolerância zero em relação ao próprio delito. Trata-se de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos códigos básicos da convivência social humana.


Origem...Ternuma

ENGANADOR, LULA SEMPRE FOI...

LULA, O AMORALISTA QUE ENGANOU O ZÉ LAGARTO.
Ou: Apedeuta quer ensinar a vaiar até quando é o vaiado

Luiz Inácio Apedeuta da Silva e o ministro da Educação, Fernando Haddad, foram vaiados anteontem por um grupo de alunos na Universidade Federal do ABC. O chefão do PT não gostou e decidiu passar um carão nos estudantes: “Gritar é bom, mas ter responsabilidade é muito melhor”, disse o agora ex-líder oposicionista que gritou contra o voto em Tancredo Neves no Colégio Eleitoral, que gritou contra a Constituição de 1988, que gritou contra o Plano Real, que gritou contra a Lei de Responsabilidade Fiscal, que gritou contra o superávit primário, que gritou contra o Proer, que gritou contra as privatizações. Era o tempo em que Lula achava que não lhe cabia ser “responsável”. Em certa medida, sua IRRESPONSABILIDADE foi premiada.

Escrevi na sexta-feira um longo texto intitulado Desconstruindo a rasa moral profunda das esquerdas. Ou: Em nome do pai. Do meu pai!, em que faço uma espécie de genealogia do padrão moral, ou amoral, das esquerdas, do petismo e do próprio Lula. Em livro lançado recentemente, “O que sei de Lula” — sobre o qual ainda farei um post; estou terminando de ler —, o jornalista e escritor José Nêumanne Pinto relembra um episódio narrado pelo próprio Lula em entrevista a Mário Morel, que está no livro “Lula - O Início”. Para que vocês entendam: Lula trabalhava num torno no turno da noite; de dia, na mesma máquina, outro trabalhador realizava trabalho idêntico. A empresa tinha, pois, como comparar objetivamente a produtividade de um e de outro. Reproduzo em azul o que escreve Nêumanne. Prestem atenção:

A memória de Lula registrava, quando depôs para o livro do jornalista, o nome do parceiro: Zé Lagarto. E também sua enorme capacidade de produção, com a qual não tinha forças para concorrer. Fez urna comparação numérica: enquanto o outro fazia 80 anéis de ferro fundido durante o dia, ele mesmo não conseguia fazer 30, menos da metade, no turno da noite. Escolado na estratégia (nem sempre bem-sucedida) de pedir aumento de salário comparando sua produtividade com a de colegas mais velhos e mais lerdos, ele teve de mudar a tática e apelar para a solidariedade de classe, que não exercera antes nos casos lembrados por ele próprio ao biógrafo de seu início de vida profissional. Para evitar a comparação desfavorável com o parceiro rápido e produtivo, (…) o tosco Karl Marx da Vila Carioca [bairro onde Lula morava] argumentou pacientemente a seu parceiro ágil e eficiente que a ultrapassagem da cota média normal da produção de rotina só acrescentava ganho ao lucro do patrão, sem produzir benefícios para o salário do empregado. O interessante a observar na versão do Friedrich Engels da periferia paulistana é que ele reconhecia desde então que esse apelo à solidariedade do parceiro era motivado por mesquinho interesse próprio, o mesmo que o fazia expor a baixa produtividade de colegas que ganhavam mais para aumentar sua paga.” [págs. 83 e 84]

Eis Lula na sua inteireza. Notem que a amoralidade não parece ser um traço apreendido, mas uma característica inata. O jovem trabalhador que não tinha pejo de denunciar a baixa produtividade alheia para aumentar o próprio ganho recorria à solidariedade de classe quando desafiado por alguém mais competente do que ele próprio. Não teve vergonha de transformar a sua incompetência numa categoria universal, numa versão mequetrefe e rebaixada — a tendência ao simplismo e à vulgaridade é outra de suas notáveis habilidades — da “mais-valia” marxista. Ali estava o oportunismo ainda na sua fase de crisálida.

É bem provável que o pobre Zé Lagarto tenha caído na sua conversa — a exemplo de milhares de trabalhadores do ABC mais tarde, que acabaram perdendo seus empregos para construir “o partido”. Aqui é preciso deixar um registro. O Lula pintado com as tintas do martírio tem muito de mitologia. Foi, sim, um menino pobre, passou dificuldades etc e tal. Mas atenção: Ele trabalhou “no chão da fábrica”, pela última vez, em 1969. Tornou-se dirigente sindical aos 24 anos e nunca mais pegou no pesado. Como exige a legislação, ganhou estabilidade e passou a receber o salário para atuar no sindicato. Quando se tornou dirigente partidário, passou a ser financiado pelo PT. Aos 66 anos, o “símbolo” dos trabalhadores brasileiros não precisa se preocupar com o próprio sustento há 42 anos! DE QUE EMPRESÁRIO OU “BURGUÊS” BRASILEIRO NA SUA IDADE SE PODE FALAR O MESMO? Preconceito? Uma ova! Fato! Ah, sim: ele também recebe há anos algo em torno de R$ 5 mil mensais como homem “perseguido pela ditadura”…


Origem... Ternuma

E O OUTRO LADO DA HISTÓRIA?

OS CORREGEDORES DA HISTÓRIA
Percival Puggina
Twitter: @percivalpuggina
         
O Congresso Nacional se encaminha para aprovar a criação da Comissão da Verdade. Saído do forno da Câmara na última quarta-feira, o projeto segue, agora, para o Senado Federal, de onde rumará para sanção presidencial. Pelo projeto, caberá à presidente Dilma a tarefa de indicar todos os sete membros da Comissão. Como é que é? Todos? Sim, todos. Foi-lhe vedado, apenas, nomear quem exerça "cargo no Executivo e em partido, quem não tenha condições de atuar com imparcialidade e quem esteja no exercício de cargo em comissão ou função de confiança".

Esta foi a contribuição do DEM para o projeto. Imagino que o deputado ACM Neto, depois de vê-la aprovada, deve ter ido dormir tranquilo, convencido de que a exigência proposta por ele confere à comissão a dignidade, a isenção e a inteireza do melhor mármore de Carrara. Pois sim!

Barbadinha a tarefa de Dona Dilma. O que mais existe em relação aos episódios a serem apurados é imparcialidade. Vai sobrar gente imparcial na lista dos querendões. Uma vez nomeados pelas mãos todo-poderosas da presidente para uma tarefa árdua e contínua de dois anos, os sete "corregedores" da história, certamente muito bem remunerados, mas sem peias nem gratidões, farão o trabalho com alma, luvas, retortas e cadinhos de cientistas em seu laboratório. Aliás, quem conhece alguma coisa sobre como a história acontece e sobre a história que se conta há de saber que atribuir a detecção da verdade a um grupo de sete pessoas é expressão de indizível petulância. Como resultado do trabalho da Comissão, presume-se, haverá verdades decididas por sete a zero e verdades decididas por quatro a três. Em quaisquer escores, contudo, o que emergir será verdade evangélica, obra de redatores ungidos e sagrados, sobre cuja posição nada se poderá arguir sem contrariar o que já está decidido na lei que os nomeou. Qualquer versão diversa será, oficialmente, uma mentira cabeluda.

Ouvi vários pronunciamentos durante a discussão da matéria na Câmara dos Deputados. Quase todos a favor. Ou marcados por aquela moderação benevolente e contida de quem sabe que já ganhou e não quer marola, ou espumando os ódios habituais e ancestrais. Durante aquela sessão plenária foi posta em marcha, ante e mediante um singular tribunal da história, a canonização de guerrilheiros que, integrando organizações assumidamente comunistas, teriam pegado em armas para lutar até a morte pela democracia. E que, para isso, foram treinados em Cuba, Pequim e Moscou. O único argumento posto contra quem se atreveu a expor tamanha obviedade foi riso e vaia... Riso e vaia de puro amor à verdade! É o mesmo amor à verdade que inspira tantos e tantos professores - de história e de qualquer outra coisa - em sala de aula, a moldar a história brasileira e universal ao seu gosto, como se fosse um lego. Encaixam às peças à gosto e jogam fora as que não agradam. E só por escrever isto e jamais ter negociado meu senso crítico pelo sorriso benevolente de quem quer que seja, eu já me torno um autor politicamente incorreto, como politicamente incorreta estará qualquer perspectiva não canônica dos fatos de 1964 e adjacências.

Reconto o episódio a seguir para quem não o leu num artigo que escrevi em março. Uma senhora foi a Cuba. Senhora de esquerda, do tipo que usa brinco com estrela. Foi cheia de entusiasmo para conhecer a imagem viva do seus afetos ideológicos. O refúgio do companheiro Zé Dirceu. O paraíso caribenho de Lula. A terra do socialismo real. Quando retornou, a família caiu-lhe em cima com suas curiosidades. Longos silêncios, muxoxos e frases desconexas eclodiram, depois de alguns dias, neste desabafo restrito ao circuito mais íntimo: "Tá, aquilo é uma droga. Mas eu não posso ficar dizendo, tá?". Tá, madame. Yo la entiendo. A verdade sobre Cuba fica entre quatro paredes. Agora, vamos cuidar da verdade sobre o Brasil, é isso? Se uma simples militante age assim, o que farão os corregedores da história escolhidos a dedo e lupa por Dona Dilma, aspirante a santa padroeira dos guerrilheiros nacionais?

Percival Puggina (66) é titular do blog  http://www.puggina.org/ - articulista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões.

Origem...Ternuma

A VERBA DA SAÚDE GARANTIDA...

VAMOS CRIAR A CCMEF?
Ruth de Aquino

"Quem falar que resolve a saúde sem dinheiro é demagogo.

Mente para o povo.”

Dilma está certa. É urgente. Em lugares remotos do Brasil, hospitais públicos são mais centros de morte que de cura. Não é possível “fazer mágica” para melhorar a saúde, afirmou Dilma. Verdade. De onde virá a injeção de recursos? A presidente insinuou que vai cobrar de nós, pelo redivivo “imposto do cheque”. Em vez de tirar a CPMF da tumba, sugiro criar a CCMEF: Contribuição dos Corruptos Municipais, Estaduais e Federais.

A conta é básica. A Saúde perdeu R$ 40 bilhões por ano com o fim da CPMF, em 2007. As estimativas de desvio de verba pública no Brasil rondam os R$ 40 bilhões por ano. Empatou, presidente. É só ter peito para enfrentar as castas. Um país recordista em tributação não pode extrair, de cada cheque nosso, um pingo de sangue para fortalecer a Saúde. Não enquanto o governo não cortar supérfluos nem moralizar as contas.

Uma cobrança de 0,38% por cheque é, segundo as autoridades, irrisória diante do descalabro da Saúde. A “contribuição provisória” foi adotada por Fernando Henrique Cardoso em 1996 e se tornou permanente. O Lula da oposição dizia que a CPMF era “um roubo”, uma usurpação dos direitos do trabalhador. Depois, o Lula presidente chamou a CPMF de “salvação da pátria”. Tentou prorrogar a taxação, mas foi derrotado no Congresso.

A CPMF é um imposto indireto e pernicioso. Pagamos quando vamos ao mercado e mesmo quando pagamos impostos. É uma invasão do Estado nas trocas entre cidadãos. Poderíamos dizer que a aversão à CPMF é uma questão de princípio.

Mas é princípio, meio e fim. Não é, presidente?

“Não sou a favor daquela CPMF, por conta de que ela foi desviada. Por que o povo brasileiro tem essa bronca da CPMF? Porque o dinheiro não foi para a Saúde”, afirmou Dilma. E como crer que, agora, não haverá mais desvios?

Como acreditar? O Ministério do Turismo deu, no fim do ano passado, R$ 13,8 milhões para uma ONG treinar 11.520 pessoas. A ONG foi criada por um sindicalista sem experiência nenhuma com turismo. Como acreditar? A Câmara dos Deputados absolveu na semana passada Jaqueline Roriz, apesar do vídeo provando que ela embolsou R$ 50 mil no mensalão do DEM.

Como acreditar? Os ministros do STF exigem 14,7% de aumento para passar a ganhar mais de R$ 30 mil. Você terá reajuste parecido neste ano? O orçamento do STF também inclui obras e projetos, como a construção de um prédio monumental para abrigar a TV Justiça. É prioridade?

O Congresso gasta, segundo a organização Transparência Brasil, R$ 11.545 por minuto. O site Congresso em Foco diz que cada um de nossos 513 deputados federais custa R$ 99 mil por mês. Cada um dos 81 senadores custa R$ 120 mil por mês. São os extras. E o Tiririca ainda não descobriu o que um deputado federal faz.

“É sério. Vamos ter de discutir de onde o dinheiro vai sair (para a Saúde).”

Tem razão, presidente. Mas, por favor, poupe-nos de seu aspirador seletivo.

A senhora precisa mesmo de 39 ministérios consumindo bilhões? Aspire os bolsos gordos da turma do Novais, do Roriz, do Sarney. Apele à consciência cívica dos políticos e juí­zes que jamais precisaram do Sistema Único de Saúde.

Vamos criar o mensalão da Saúde.

Um mensalão do bem, presidente. Corruptos que contribuírem serão anistiados. ONGs fantasmas, criadas com a ajuda de ministros & Cia., terão um guichê especial para suas doações.

O pessoal que já faturou por fora com a Copa está convocado a dar uns trocados para a Saúde.

Enfiar goela abaixo dos brasileiros mais um imposto, nem com anestesia. Um dia nossos presidentes entenderão o que é crise de governabilidade. Não é a revolta dos engravatados em Brasília nem a indignação dos corredores e gabinetes.

A verdadeira crise de poder acontece quando o povo se cansa de ser iludido.

Os árabes descobriram isso tarde demais.

Deitavam-se em sofás de sereias de ouro, cúmulo da cafonice.

Eles controlavam a mídia, da mesma forma que os companheiros do PT estão tentando fazer por aqui.

Não deu certo lá. Abre o olho, presidente.


Origem...Ternuma

A HISTÓRIA PELO AVESSO...

A COMISSÃO
Sérgio Paulo Muniz Costa (*)

Direitos Humanos são a maior conquista dos povos ao longo da História. Tornados universais após o horror do Holocausto na Segunda Guerra Mundial, eles transpuseram quase todas as barreiras que separavam a humanidade na busca de um futuro de paz. O Brasil teve papel relevante nessa arquitetura erguida há mais de sessenta anos, como vitorioso na guerra e ator prestigiado daqueles primeiros momentos da Organização das Nações Unidas, existindo muito boas razões para o país proferir anualmente o discurso de abertura da Assembléia Geral.

É uma lástima que o governo brasileiro, ao voltar a abrir a assembléia Geral da ONU, esteja comprometido no projeto de criação de uma comissão para apurar violações dos Direitos Humanos patrocinada pela sigla e ideais do comunismo. A sociedade brasileira, politicamente anestesiada, até pode se acomodar no desconhecimento, mas não é possível esconder do mundo a ausência da URSS, Ucrânia, Bielorrússia, Tchecoslováquia, Polônia e Iugoslávia, todos sob regime comunista, na causa dos Direitos Humanos, quando se abstiveram, juntamente com a África de Sul e Arábia Saudita, de votar na ONU a histórica declaração no dia 10 de dezembro de 1948. Stalin, o supremo ditador totalitário remanescente, não estava interessado em concessões a direitos e liberdades individuais no império comunista consolidado à base de expurgos, assassinatos e deportações. Ademais, a retribuição russa à barbárie nazista durante a guerra fez do Exército Vermelho o instrumento de terror ideal para o domínio soviético da Europa Oriental que durou até o final do século XX.

No Brasil de hoje, se o caminho parece aberto para um governo que suprime o debate, aproveitando-se da degradação da politica e recorrendo à propaganda enganosa para impor um projeto sem qualquer preocupação com equilíbrio, transparência e reconciliação nacional, do ponto de vista internacional é impossível que essa incoerência deixe de trazer descrédito ao país. Inevitavelmente, as Forças Armadas serão atingidas pelos trabalhos da comissão, porém, a grande prejudicada será a politica nacional, na medida em aqueles que apelaram à violência em prol da implantação de um sistema totalitário no País vierem a ser ungidos como heróis, resultado previsível do que está em curso e já se delineia na desenvoltura com que personagens controversos se movem ao arrepio da lei e da ética. Jamais uma causa tão nobre teve propósitos e agentes tão espúrios. Jamais um governo brasileiro foi tão longe para impor uma versão única do passado do País. A comissão nunca pretendeu tratar do passado. Ela visa, a partir de uma vingança, um futuro exclusivo e excludente. O Brasil se inclina perigosamente para o lado errado da História.

No que diz respeito às Forças Armadas, não pode ser esquecido que “a reflexão sobre a realidade brasileira está, por assim dizer, embutida nos próprios alicerces da condição e da experiência dos nossos militares. De todos os grupos sociais do País, são eles, e em especial os do Exército, que têm a autêntica visão de conjunto dessa realidade. E esse é um aspecto precioso, que a modesta vida do oficial, nas guarnições espalhadas por sobre a nossa imensa geografia, metaboliza em reflexão”. Os militares brasileiros têm historicamente o dever e o direito de pensar o País, sem o que não poderão defendê-lo. A Nação tem que ouvi-los e nesse sentido as modificações no projeto da comissão apresentadas pelos comandantes militares devem ser tomadas em conta e não puramente desconsideradas em nome de interesses políticos que não alcançam a grandeza e o significado da disciplina e da subordinação militar às autoridades legalmente constituídas. Somente os conteúdos originais do Estatuto dos Militares e dos Regulamentos Disciplinares já teriam muito a ensinar a políticos, juristas e militantes, partícipes ou não da nefasta comissão.

Com as armas legítimas do estado e o sangue generoso do seu povo o Brasil defendeu a democracia e os direitos humanos, como é até hoje reconhecido nos monumentos da região da Emilia-Romanha na Itália onde os pracinhas combateram entre setembro de 1944 e maio de 1945. No Monumento Votivo Militar Brasileiro em Pistóia se lê:

“Esta terra sagrada foi sepultura dos soldados brasileiros mortos no campo da honra pela dignidade da pessoa humana. MCMXLV”

À luz da História, a comissão pretendida pelo governo ultrapassou a questão da verdade ou da mentira.

Trata-se de uma infâmia.

(*) Sérgio Paulo Muniz Costa é historiador. Foi delegado do Brasil na Junta Interamericana de Defesa, órgão de assessoria da OEA (Organização dos Estados Americanos) para assuntos de segurança hemisférica.

Origem...Ternuma

O ELEITOR É CULPADO...

Os piores no poder

Leis ridículas, proibicionismos arbitrários e descabidos, e um Estado agigantado, autoritário e ineficiente. A visão de que a burocracia estatal pode consertar a sociedade tem trazido consequências nefastas à nação brasileira, como a violação constante das liberdades individuais. É o que Nivaldo Cordeiro comenta em vídeo, citando matéria publicada pela revista Veja.
A revista Veja trouxe matéria de capa mostrando a loucura que é o cipoal jurídico e burocrático que asfixia e inferniza a vida cotidiana dos brasileiros. É preciso se perguntar como isso tornou-se possível. Os brasileiros delegaram aos seus piores cidadãos a condição de governante e este se acham capazes de tornar a vida perfeita, mediante a burocratização de tudo. O eleitorado é cúmplice por eleger seus próprios algozes.

Origem... Mídia Sem Máscara

QUEM SÃO OS CORRUPTOS???

Quem é a favor da corrupção?

Marcha contra corrupção sem foco? Corrupção de governo nenhum? Sem culpados com nome próprio? Sem siglas políticas a acusar?
Alguns dias "de molho" com uma virose cívica que começou na Semana da Pátria e avançou pela Semana Farroupilha me deram tempo para pensar. Entre outros temas, para pensar nas tais passeatas contra a corrupção. Primeiro, imaginei a coisa pelo lado oposto: uma passeata a favor da corrupção. É claro que só apareceriam jornalistas na tentativa de capturar imagens e impressões de algo grotesco. Só a imprensa. Os corruptos estariam exercendo sua atividade alhures, longe dos flashes e dos olhares da mídia. Ou seja, leitor, ninguém é a favor da corrupção, exceto os corruptos, mas estes agem como moluscos, lenta e discretamente, dentro de suas conchas e tocas, imersos em águas turvas.
Façamos, então, uma grande marcha "contra a corrupção"! Como todos são contra, vai faltar espaço na avenida Paulista, na Cinelândia e, em Porto Alegre, haverá gente pendurada na chaminé do Gasômetro. Sucesso garantido. O quê? Não foi nem parecido com isso? Pouca gente em relação ao esperado? Faltou divulgação? Bobagem. Todo mundo estava sabendo. Não compareceram porque não quiseram.

Pois foi aí que me valeram estes dias de virose cívica. Pode ter sido efeito da febre ativando algum neurônio preguiçoso ou desativando algum outro defeituoso, mas tenho certeza de que matei a charada. As manifestações contra a corrupção contaram com público reduzido porque berrar contra a corrupção "sic et simpliciter" (até o latim me veio de volta com a febre) é mais ou menos como mobilizar-se em protesto contra o câncer ou contra a dengue hemorrágica. Todo mundo concorda, mas é completamente inútil.

Perdoem-me os promotores, muitos dos quais fraternos amigos. Eventos anteriores, assemelhados, alcançaram sucesso muito maior por dois motivos: contavam com apoio de segmentos da sociedade civil aparelhada pelo PT (aquela turma que, ao simples estalo de um dedo petista, embarca num ônibus e vai para onde mandam); e eram eventos com foco, estavam direcionados contra alguém com nome e sobrenome, partidos com letrinhas conhecidas, governos inteiros e responsáveis por escândalos que não caíam das manchetes. Era sempre "Fora alguém!".

Marcha contra corrupção sem foco? Corrupção de governo nenhum? Sem culpados com nome próprio? Sem siglas políticas a acusar? Sem lançar em rosto do Congresso as responsabilidades por termos uma densa legislação de proteção aos corruptos? Sem atribuir a quem quer que seja culpas pela lentidão dos processos? Sem combater os votos secretos nos parlamentos? Sem denunciar até o último fio de voz a danação ética de um sistema político canalha, ficha-suja, que protege, estimula e vive da corrupção?

CNBB e OAB, para ficarmos com as instituições mais luzidias, que me relevem o menosprezo. Mas não consigo imaginar furo n'água mais raso e inútil do que os tais gestos de protesto contra uma corrupção que não têm coragem de apontar alguém, nem de pronunciar um nome sequer. Que não revela discernimento necessário para indicar as falhas institucionais e comprometer-se com uma correta reforma do modelo político nacional e dos nossos códigos. Estes códigos são um "pálio de luz desdobrado" a iluminar o caminho dos corruptos na sinuosa marcha republicana rumo à prescrição.

Sinceramente, até os corruptos agradecem a fidalguia com que foram tratados! Governos podres de raiz, assumidamente podres, ardorosos defensores de seus próprios corruptos, que os homenageiam e desagravam, igualmente se sentem reverenciados nestas festinhas setembrinas de titubeantes virtudes cívicas.


Publicado no jornal Zero Hora

Origem... Coturno Noturno

VOTO DISTRITAL FAZ POLÍTICO TRABALHAR...

Voto distrital é pavor dos mensaleiros petistas.

"Depois dos escândalos da quebra do sigilo do caseiro e do mensalão, as votações de Antonio Palocci e João Paulo Cunha desabaram nos seus municípios de origem [Ribeirão Preto e Osasco, respectivamente]. Só se elegeram correndo o Estado em busca de voto". Este foi um dos principais argumentos apresentados pelo senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) para defender a adoção do voto distrital puro, sistema eleitoral no qual o candidato a cargo legislativo só pode concorrer em uma determinada região. No entanto, o senador se mostrou pouco otimista de que o sistema, defendido por ele e pelo PSDB, alcance êxito agora, dada a conjuntura política. "Só vingará em alguns anos, por conscientização das pessoas".

Em evento promovido pela Procuradoria Regional Eleitoral em São Paulo sobre o tema, Nunes Ferreira se opôs aos principais pontos do relatório sobre a Reforma Política apresentados pelo deputado federal Henrique Fontana (PT-RS). O documento será apreciado no dia 5 de outubro pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados. Para o senador, o financiamento público de campanhas só funcionaria se também fosse adotada a votação em lista fechada, formulada pelos partidos. "Sou contrário a ambos", afirmou. A adoção do chamado "distritão", em que são eleitos os mais votados, também foi criticada pelo senador. "Como o PMDB quer o distritão, o que Fontana propôs é uma mistura de lista fechada com distritão. É o pior dos dois mundos, acaba com o vínculo entre representante e representado", observou. Nunes Ferreira se mostrou temeroso com a fiscalização dos recursos. "A estimativa feita foi de que isso custaria R$ 7 por eleitor, o que dá uns R$ 900 milhões. A eleição do ano passado, segundo o Tribunal Superior Eleitoral, custou R$ 2,8 bilhões. É evidente que esse sistema estimulará o uso de caixa dois", argumentou.

Antes do senador, o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, Walter de Almeida Guilherme, havia feito críticas à obrigatoriedade do voto e à possibilidade de reeleição, em sua visão "uma via para o abuso do poder político". O senador discordou de ambas as teses, como já havia discordado do financiamento público de campanha, defendido pelo presidente do TRE-SP. Questionado sobre a teste do ministro do Supremo Tribunal Federal, José Antonio Dias Toffoli, de que a participação de empresas no financiamento do processo eleitoral deveria ser vedada, o senador se mostrou, contrariado. "O que deveria haver é maior fiscalização, evitando o favorecimento posterior. Sabe quando a contribuição de empresas era proibida? Na ditadura", observou. (Do Valor Econômico)

CADÊ O GRITO DAS RUAS...

Ei, Sarney!

100.000 jovens saúdam Sarney na paradinha do Capital Inicial no Rock in Rio. É como diz o Lula, protetor do honorável bandido: " o Sarney não é um brasileiro comum".Ele é uma unanimidade. Ei, Sarney! gritavam, unânimes e uníssonos, 100.000 jovens no Rock in Rio...

domingo, 25 de setembro de 2011

A ORDEM MUNDIAL-BRASIL EXPORTADOR PRIMÁRIO

domingo, 25 de setembro de 2011

Dinamitando a Soberania do Brasil

Artigo no Alerta Total – http://www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão

Por que Dilma Dinamite é a nova queridinha da mídia amestrada pela Oligarquia Financeira Transnacional? Resposta simples: Dilma foi escalada para suceder Extalinácio no papel de principal promotora terceiromundista da Nova Ordem Mundial. A ex-terrorista, que um dia comungou dos confusos ideais do nacionalista Leonel Brizola (que flertava com o fabianismo social-democrata), foi a primeira mulher a abrir uma Assembléia Geral da ONU simplesmente para defender, em seu discurso arrumadinho pelos redatores globalitários, a tal união de todas as nações em torno da velha “New World Order”.

O verdadeiro papel da nossa “Faxineira” não é varrer a corrupção no governo – como sua marketagem política nos sugere midiática e politicamente. A real função da Dilma Dynamite é implodir a soberania do Brasil. As principais ações do governo dela são bem diretas no cumprimento de tal missão. Basta ver a situação dos militares. Os guardiões da nossa soberania, sempre sucateados, agora são cada vez mais sacaneados. Vide a tal Comissão da Verdade, instituição criada globalmente em vários países onde os militares exerceram o poder executivo, para dinamitar a imagem institucional deles, relacionando-os ao abuso autoritário e à violação dos direitos humanos.

Felizmente, os militares brasileiros não se comportam mais como aquele papagaio verde oliva da piada (que não fala nada, mas, em tese, presta uma atenção...). Os militares não fazem o barulho de outrora. Mas a maioria deles estuda, cientificamente, a ação deletéria dos esquemas globalitários sobre as instituições brasileiras. Conhecendo perfeitamente o verdadeiro inimigo, que promove a guerra de quinta geração contra nossos Objetivos Nacionais Permanentes (Democracia, Paz Social, Soberania, Integridade do Território Nacional, Integração Nacional e Progresso), na hora certa terão condições de reagir e neutralizá-lo.

Os globalistas não estão de brincadeira. Agem mercadologicamente. Nos próximos dias 3 e 4 de novembro, no luxuoso Hotel Unique, em São Paulo, a revista The Economist promove a conferência “Brazil in 2022 – Ordem e Progresso?”. Gostaram do ponto de interrogação? O evento está divulgado na página da mais recente edição da revista que tem na capa a manchete “How to save the Euro”. Entre os conferencistas, certamente por coincidência, NÃO tem qualquer militar brasileiro. Na página www.brazil.economist.com, você pode conferir os patrocinadores do encontro: ABC, accenture, BNY Mellon, Brasscom (Braziliam Association of Information Tecnology and Communication Companies), Shell, IESE Business Scholl e MJV Tecnologia e Inovação.

Nas páginas 58 e 58 da mesma The Economist, um anúncio da “Clinton Global Initiative”, agradecendo a seus patrocinadores. Entre eles aparece uma entidade chamada “Braziliam Global Leaders”. E, na lista dos parceiros estratégicos, várias fundações defensoras da Nova Ordem Mundial. Estratégia de marketing parecida está na capa de revista Newsweek (acima, de 26 de setembro) com a Dilma na capa e uma reportagem nas páginas 22 a 26 com o título sugestivo: “Não se meta com a Dilma” (Don´t Mess with Dilma). Nossa “Bomb-President” está deslumbrante com sua roupinha vermelha. Jabá transnacional é isto aí!

Os militares já sabem que, no próximo dia 27 de outubro, sua chefona-em-comando Dilma Dynamite estará na Feira Internacional da Amazônia (Fiam), em Manaus, para referendar um maga-negócio imposto pela Oligarquia Financeira Transnacional à tão cobiçada região Amazônica. Dilma apresentará detalhes práticos do “Memorando de Entendimento” assinado pela Secretaria de Estado para os Povos Indígenas (Seind) do Governo do Amazonas com representantes indígenas do Alto Rio Negro e a mineradora canadense Cosigo Resources Ltda, para a aprovação do “Projeto de Extrativismo Mineral no Estado do Amazonas”.

É preciso repetir o que este Alerta Total já cansou de informar. O entreguismo anazônico se torna explosivo, com ou sem Dynamite no poder midiático, porque a região é mal ocupada e ignorada pela grande maioria dos brasileiros. Nela, ONGs com bandeiras dos EUA, Inglaterra, Canadá, Bélgica, Holanda, Alemanha, França, Itália, Suíça, Japão e Indonésia fornecem recursos humanos e financeiros para elaboração e execução de programas e projetos focados no suposto “desenvolvimento integrado sustentável” em ecoturismo, extrativismo e “educação”.

Na prática, as ONGs que “adotam os povos da floresta abandonados pelo Poder Público brasileiro” são pontas de lança da Oligarquia Financeira Transnacional para preparar a região, na prática, para ter micro-nações independentes do Brasil, operando conforme o esquema globalitário. Na verdade, as ONGs funcionam como verdadeiras centrais de inteligência para agências de estudos geopolíticos transnacionais. Geralmente administradas por antigos ou recém saídos diretores de estatais, organismos ministeriais e instituições públicas dos estados e municípios da Amazônia, as ONGs contam com financiamentos de bancos e agências do capital financeiro mundial, e seus projetos e planos de trabalho dão resultados, “beneficiando” a população abandonada, na prática, pelos brasileiros.

O nome das principais? Anotem: Amigos da Terra (Friends of the Earth); Fundação Mundial para a Natureza (Word Wide Fund for Nature—WWF); Canadense para o Desenvolvimento Internacional (CI DA); Fundação Ford; Club 1001; Both Ends; Survival International; Conservation International; Fundação Interamericana (IAF); Fundação MacArthur; Fundação Rockefeller; Fundação W. Alton Jones; Instituto Summer de Lingüística (SIL); National Wildlife Federation — NWF The Nature Conservation —TNC; Grupo de Trabalho Europeu para a Amazônia; União Internacional para a Conservação da Natureza (UNIC) e o World Resource Institute — WRI.

Ou fortalecemos nossas Expressões do Poder Nacional (Política, Econômica, Ambiental, Psicossocial, Militar e Científico-Tecnológica), ou seremos dinamitados pela Nova Ordem Mundial. Ou colocamos em prática um Projeto de Nação para o Brasil, focado na atualização da Doutrina de Segurança Nacional, ou seremos implodidos pelo Governo do Crime Organizado operado pela Oligarquia Financeira Transnacional.

Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.
© Jorge Serrão 2006-2011. Edição do Blog Alerta Total de 11 de Setembro de 2011. A transcrição ou copia deste texto é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas
 
Fonte: Alerta Total

Quem é totalitário não sabe ouvir adversários

domingo, 25 de setembro de 2011

Não é à toa que é conhecido como Celso "Ratito"Amorim na América democrática.

A gestão do então chanceler do governo Itamar Franco (1992-1994), Celso Amorim, hoje ministro da Defesa, proibiu que a Embaixada do Brasil em Washington mantivesse contato com exilados cubanos e aumentou as grades da embaixada em Havana para impedir invasões. Além disso, expulsou quatro cubanos que invadiram o prédio -dois deles acabaram presos pela polícia do regime. É o que revelam 636 telegramas confidenciais trocados entre o Itamaraty e a Embaixada do Brasil em Havana, obtidos pela Folha após pedido de desclassificação feito ao Itamaraty e que a partir de hoje são divulgados no Folha Transparência.

Procurado pela reportagem no início da semana passada, Amorim informou na tarde de sexta-feira, pela assessoria, que "o Ministério da Defesa não comentará as informações relativas aos documentos em questão". Em 1994, o embaixador em Washington, Paulo Tarso Flecha de Lima, pediu autorização ao Itamaraty para participar de um café da manhã em Miami com "entidades representativas da comunidade de tendência moderada". O objetivo do grupo era "marcar a presença" à margem da Cúpula das Américas, que ocorreria em Miami. O Itamaraty vetou o encontro, o que deixou o embaixador contrariado. Em telegrama, ele respondeu: "Na realidade, sempre fez parte da tradição do Itamaraty procurar conversar, quando possível, com todos os segmentos envolvidos em confrontos políticos em países ou regiões que, de alguma forma, são importantes para o Brasil".

Os telegramas evidenciam a baixa disposição do Itamaraty, no período 1993-1994, em manter relações com críticos da ditadura de Fidel Castro. A ponto de expulsar quatro deles da embaixada em Havana, em 1993. Como parte de uma onda de invasões a prédios de embaixadas em Havana, quatro cubanos tentaram sair de Cuba buscando abrigo na Embaixada do Brasil. Eles tiveram que deixar o prédio no mesmo dia -os documentos não registram a forma como foram convencidos a sair nem seus nomes. Meses após a invasão, a embaixada brasileira em Cuba pediu autorização para "aumentar e reforçar" a altura das cercas de arame.Entre 1993 e 1994, invasões semelhantes ocorreram em outras embaixadas na capital cubana. A da Bélgica abrigou mais de 140 cubanos que pretendiam deixar Cuba. O episódio da invasão ao prédio não é detalhado nos telegramas confidenciais trocados entre Brasília e Havana. As informações do que ocorreu foram localizadas pela Folha nas comunicações do consulado em Miami.

A expulsão dos cubanos repercutiu entre compatriotas exilados, e 75 fizeram um protesto na frente do consulado da cidade norte-americana. Cobrada sobre a expulsão dos cubanos, a chefe da missão na cidade, Vera Barrouin, queixou-se: "A imprensa de Miami tem sistematicamente omitido parte de minhas declarações relativas ao fato de que os postulantes de asilo na embaixada [...] declararam não exercer atividades políticas, fator fundamental para que a eles se tivesse aplicado a Convenção de Caracas". Vera também acionou a polícia e a prefeitura para impedir que um novo protesto fosse realizado perto de um festival de música brasileira -o protesto acabou desmarcado, após a notícia de que os dois cubanos expulsos pelo Brasil tinham sido soltos. (Da Folha de São Paulo)

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

HOUVE EXCESSOS NOS DOIS LADOS

NINGUÉM TEM DÚVIDAS QUE HOUVE EXCESSOS
Postado por Manoel Santos      
Seg, 19 de Setembro de 2011 - 21:23

Alguns milicos tomaram para si, a solução de problemas. Acabaram criando outros.
Mas a origem do Movimento Militar, que desencadeou os 20 anos de ditadura, foram ocasionados pela esquerda radical de comunistas como Prestes e vagabundos como Goulart e Brizola.

Os documentos estão todos aí.

O que resolveu de vez, a contenda?

A LEI DA ANISTIA que perdoou os excessos dos milicos e os excessos da esquerda.
Foi um acordo aceito por todos.

Desta forma, vencemos a ditadura militar. E fizemos isso, com DEMOCRACIA, ORDEM E UNIÃO.

Desta forma, os terroristas que estavam fora do Brasil, puderam voltar.

O Brasil, enfim e graças à LEI DA ANISTIA, poderia respirar, de pois de 20 longos anos, o ar benfazejo da democracia.

Que motivos poderia levar esta corja, desencadeadora do militarismo, de reabrir feridas que agrediram a todos indistintamente?
Revanchismo.

Se assim não fosse, a família de Mário Kosel, mesmo nada tendo pedido, seria agraciada com o tal de Bolsa Ditadura.

O preconceito e a intenção, ficam explícito na tal de Comissão da Verdade.

Por causa desta corja, perdi a democracia em plena juventude.
Não pude, durante 20 longos anos, escolher quem me representaria nos orgãos de governo.

E justo esta turma de ladrões que quer se qualificar para instalar uma comissão dita da verdade.

Que verdade?
A que queria nos transformar em uma filial do inferno cubano ou a que queria simplesmente democracia?

Que verdade?
A que queria uma ditadura de esquerda em pleno regime democrático ou a que queria a preservação de nossa democracia?

Que verdade?
A de um Fidel Castro e suas milhares de mortes ou a que queria simplesmente dar a todos os brasileiros a liberdade de falar, ir, discordar, dizer não?

Que verdade?
A de um exército que defenda nossa pátria ou de um exército como as FARCS que matam, sequestram inocentes e que traficam drogas?

Eu dou um conselho aos jovens.

Vá conhecer Cuba.
Mas vá como alguém em busca da verdade e não como idiotizado pelas mentiras ditas por esta corja.

Depois pense e responda:

O que você viu por lá é o que você quer para o seu Brasil?
Se você tiver um pingo de vergonha na cara e amar este país, eu duvido que a resposta seja negativa.

Afinal, EU ESTIVE LÁ.

Fonte...blog TERNUMA

A caminho do TOTALITARÍSMO?

PT PREPARA GOLPE DE ESTADO COMUNISTA!
Por Jorge Roriz
Fonte: Blog de Aloizio Amorim:
http://aluizioamorim.blogspot.com/2011/09/pt-prepara-golpe-de-estado-comunista.html?spref=fb

Enquanto a Oposição dorme de touca, Lula e seus sequazes avançam naquilo que denominam “reforma política’, mas que não passa de mais uma armação para tentar eternizar o PT no poder. Principalmente no que diz respeito ao tal voto em lista onde celerados esquerdistas que não têm nenhum voto acabarão obtendo mandato na Câmara dos Deputados e no Senado.

Já alertei aqui no blog que o PT vai tentar emplacar esse monstrengo. Em outras palavras, essa reforma que o PT tenta empurrar goela abaixo dos brasileiros em menos de quatro anos transformará o Brasil numa nova Venezuela. Se a reforma do PT passar terão a maioria absoluta no parlamento e aprovarão qualquer lei que desejarem aprovar. O esquema é para dar poder total ao PT, que então avançará no sentido de impor à Nação o seu projeto socialista do tipo chavista que inclusive contempla a abolição da propriedade privada.

Como na Venezuela, a propriedade será uma dádiva do Estado e destinada a uma corriola ligada ao poder e quem arbitrará sobre isso é um tal “conselho comunal”, do qual participarão CUT, MST e demais ditos “movimentos sociais”. Na Venezuela a coisa já se encaminha para o seguinte: se o “conselho comunal” decidir expropriar uma propriedade privada, como um sítio, uma fazenda, uma casa, um automóvel, um caminhão ou um apartamento, o fará, já que reunirá todo o poder da lei e das armas! Comunistas são fanáticos e, por isso mesmo, impiedosos.

O que estou colocando aqui não é mero delírio. É isto que está no programa do PT. Se a população brasileira continuar embalada no berço esplêndido petralha acordará dentro em breve num novo Estado Comunista desprovida de seus direitos e, sobretudo, de sua liberdade. É hora da sociedade brasileira reagir se quiser que o Estado de Direito democrático sobreviva ao ataque sorrateiro dos comunistas do PT. A rigor, o que está em marcha é um golpe de estado comunista. Isto não é brincadeira!

Fonte do TERNUMA

DEMOCRATAS DO BRASIL, ACORDA, ANTES QUE SEJA TARDE

VULNERABILIDADES DA DEMOCRACIA
Prof. Marcos Coimbra
Conselheiro Diretor do CEBRES, Titular da Academia Brasileira de Defesa e da Academia Nacional de Economia e Autor do livro Brasil Soberano.

A democracia é o melhor dos regimes, apesar de não ser perfeita. Contudo, ela possui inúmeras vulnerabilidades, que são aproveitadas pelos totalitários de plantão, sejam eles filiados a uma ou outra corrente de pensamento. Tivemos exemplos no século passado, de um lado e de outro. Numa recordação de sistemas ideológicos antípodas, aparentemente, encontramos na Alemanha, Hitler, e na antiga URSS, Stálin. E é interminável a lista dos partidos e dos seus chefes que impuseram a ditadura, de fato, em inúmeros países, fingindo-se de democratas. Ao ganhar as eleições e empalmar o poder, transformam-se passo a passo, eliminando os obstáculos existentes, direta ou indiretamente, até implantar sub-repticiamente um regime totalitário, travestido sob uma capa aparentemente democrática.

Primeiro, fortalecem o partido base, de credo totalitário, nomeando milhares de integrantes para postos estratégicos na administração do Executivo sob seu comando. Celebram então alianças espúrias com partidos que não são capazes de sobreviver longe do poder, concedendo-lhes um naco do butim. Consolidam desta forma um bloco governista servil, dócil, um verdadeiro prato de ovos com bacon. Somente, o partido totalitário entra com os ovos, como a galinha, enquanto seus aliados colaboram com o bacon, como os porcos (que são exterminados no ato da doação), dominando o Legislativo.

Em seguida, vão dominando os cargos no Judiciário com a nomeação de apaniguados, em especial para as mais altas Cortes do país. Em paralelo, vão estimulando um progressivo processo de deterioração de todas as Instituições Nacionais, principalmente aquelas capazes de reagirem contra a implantação do regime de força, como as Forças Armadas. Partem também para a cooptação das classes empresariais, oferecendo-lhes a oportunidade de obtenção de ganhos vultosos, em licitações suspeitas e legislação simpática. É exemplo característico a permissão dada ao segmento financeiro, bem como a grandes empreiteiras, de ganhar o que quiserem, sem o devido controle.

O passo seguinte é o controle dos meios de comunicação, em parte já reféns de verbas publicitárias sob o controle de um órgão central, diretamente vinculado aos detentores do poder político. Mas eles querem mais. Seu verdadeiro objetivo é calar definitivamente qualquer corrente expressiva ainda não subordinada ao seu jugo. Então é chegada a hora da adoção da denominada “democracia plebiscitária”, onde conseguem aprovar qualquer coisa desejada, aproveitando-se da ausência de oposição, da força avassaladora de seu poder e da falta de educação do povo, fragilizado pelo deficiente sistema educacional, propositadamente, de forma a transformá-lo em manada, incapaz de pensar. Votam com a emoção, não com a razão. É chegada a hora então de alterar a Constituição em vigor, permitindo a reeleição sem limite, alterando-a de forma a subverter o processo democrático, como é o exemplo da eleição com lista fechada e praticando o nepotismo eleitoral. O poder passa das mãos do ex-presidente para um continuador(a) do processo, É frequente o emprego crescente de políticas assistencialistas e clientelistas para assegurar o voto da maioria das parcelas mais pobres da população em seus candidatos.

No plano externo, concedem às grandes potências colonialistas aquilo que desejam, ou seja, seus recursos naturais e até mesmo o território do país, por via indireta, com pretextos vários, como demarcação de áreas indígenas, de quilombolas, ou algo semelhante. Cedem a qualquer exigência de países com a mesma ideologia, subtraindo do seu povo recursos escassos em benefício do povo de outras nações. Como são internacionalistas, independentemente de orientação ideológica, demonstram seu desprezo pelos valores, tradições e ideais dos nossos antepassados.  Procuram reescrever a história, da forma como melhor lhes aprouver, objetivando a formação de um pensamento único, totalitário, tão bem exemplificado pelo genial escritor George Orwell (Eric Blair) em seu profético livro 1984.

Presenciamos em nosso entorno, infelizmente, vários exemplos significativos desta ação, com algumas nuances, em diversos estágios. Venezuela, Bolívia, Equador, Paraguai, Uruguai, Argentina e outros. A Colômbia já atravessa um processo híbrido de transição e o Chile está em crise, com um presidente não pertencente a esta linha de procedimento submetido a um ataque feroz, que tem o nítido propósito de derrubá-lo.

O leitor está encontrando algum exemplo de um país próximo submetido a processo semelhante? Se não vejamos. No antigo Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, sob a direção do seu então chefe Luiz Gushiken , um dos cenários prospectivos traçados partia da premissa de que Lula seria o presidente da República em 2022, ano de comemoração do bicentenário da independência do Brasil. Isto é possível com seu retorno ao poder em 2014, sendo reeleito em 2018 e permanecendo no poder até 2022.

Será que isto não é o bastante para despertar  a indignação do povo e motivar o início de uma campanha de âmbito nacional para evitar a perda da nossa democracia? O país já perdeu muito e é chegada a hora de lutar para resgatar o que foi perdido. Vamos combater, ombro a ombro, para preservar o futuro de nossos descendentes. Eles não nos perdoarão, caso não saibamos cumprir nosso dever.

Correio eletrônico:mcoimbra@antares.com.br
Sítio: www.brasilsoberano.com.br (Artigo de 21.09.11-MM).

Matéria do TERNUMA.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

A teoria da relatividade-Albert Einstein

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Cientistas dizem ter encontrado partícula que se move mais rápido que a luz

Segundo pesquisadores, medidas realizadas ao longo dos três anos de funcionamento do LHC mostraram neutrinos se movendo 60 nanosegundos mais rápido que a luz

22 de setembro de 2011 | 14h 17
Reuters
GENEBRA - Uma equipe internacional de cientistas encontrou neutrinos se movendo mais rápido que a velocidade da luz, relatou o porta-voz dos pesquisadores nesta quinta-feira, 22. A descoberta pode representar um desafio a uma das leis fundamentais da física.
A descoberta pode representar um desafio a uma das leis fundamentais da física - Divulgação
Divulgação
A descoberta pode representar um desafio a uma das leis fundamentais da física
Antonio Ereditato, que trabalha no Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern), disse que medidas realizadas ao longo dos três anos de funcionamento do Grande Colisor de Hádrons (LHC) mostraram neutrinos se movendo 60 nanosegundos mais rápido que a luz.
"Temos grande confiança em nossos resultados, mas precisamos que outros colegas façam seus testes e confirmem essa descoberta", afirmou.
Se confirmada, a descoberta mudaria uma parte chave da teoria da relatividade de 1905 de Albert Einstein, que afirma que nada no universo pode se mover mais rápido que a luz.

Conferencia Nacional dos Bispos do Brasil-

22.setembro.2011 17:12:26

Em nota, CNBB apoia manifestações contra corrupção

Roldão Arruda, especial para Estadão.com.br
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) acaba de divulgar uma nota de apoio às manifestações contra a corrupção que têm ocorrido no País, entre elas a marcha ocorrida em Brasília no dia 7 de Setembro. De acordo com a nota, essa ‘crescente interpelação da sociedade para melhor qualificar, social e eticamente, os seus representantes e outros poderes constituídos” representa  uma “nova forma significativa do exercício da cidadania’.
A CNBB volta a reformar no documento divulgado a necessidade de aplicação  da Lei da Ficha Limpa, cuja criação contou com o apoio das pastorais sociais da Igreja Católica. O  texto chama a atenção dos movimentos para que insistam na defesa de medidas efetivas no combate à corrupção, sem ‘moralismos estéreis’. Uma dessas medidas seria a reforma política.
Diz a nota: ‘Atentos para que estas mobilizações se resguardem de qualquer moralismo estéril,  incentivamos sua prática constante, com objetivos democráticos, a fim de que, fortificadas, exijam do Congresso Nacional uma autêntica reforma política, que assegure a institucionalidade do País.’ E mais: ‘O Estado brasileiro deve fazer uso dos instrumentos legais para identificar, coibir e punir os responsáveis por atos de corrupção. Sem comprometimento ético, no entanto, será impossível banir de nosso meio a longa e dolorosa tradição de apropriação do Estado, por parte de alguns, para enriquecimento de pessoas e empresas’.
Em outro trecho da nota, os bispos defendem a extinção das emendas individuais ao Orçamento da União, a redução do número de cargos em comissão e o fim do voto secreto em todas as matérias. No âmbito do Judiciário e do Ministério Público, pede agilidade nos julgamentos de processos e nos inquéritos relativos a crimes de corrupção e improbidade.
Os bispos concluem a nota invocando ‘o Espírito Santo para que ilumine todos os que, no exercício de sua cidadania, trabalham pela construção de um Brasil novo, justo, solidário e democrático’


Materia do Estadão-SP