sexta-feira, 16 de setembro de 2011

AOS CORRUPTOS NOSSO DESPREZO

A MARCHA CONTRA A CORRUPÇÃO

O Grupo Terrorismo Nunca Mais (Ternuma) apoia  e se solidariza com as demonstrações públicas de insatisfação de parte da sociedade brasileira, capaz de unir - se em repúdio a uma das práticas mais funestas que se instalou na vivência nacional, a CORRUPÇÃO.

A corrupção é uma das faces mais visíveis de uma série de abusos praticados à larga pelo desgoverno e seus acólitos nos últimos anos, vícios que demonstram a dimensão daqueles que por detrás do populismo e da demagogia, vangloriam – se de distribuir os bens do restante da sociedade, promovendo o equilíbrio social e financeiro, mas de forma que o seu quinhão seja substancial.

Acobertados pelo discurso de que a todos devem caber bens iguais, não se avexam em adonar – se de uma parte ponderável do botim. É o seu justo prêmio pelo discurso de benfeitores dos pobres.

Como metem a mão nas burras do tesouro, que entendem como dos mais espertos, sem cerimônia se servem do que podem. Todavia, o vergonhoso assalto aos cofres públicos foi levado aos extremos da impunidade, e atingiu a paciência de parcela de cordatos cidadãos.

A última Marcha foi um breve e modesto grito de revolta, porém nada mais do que isso.

A realização pública das demonstrações de repúdio, mesmo que um arremedo de indignação demonstra o óbvio, o poder e a capacidade de mobilização através da internet.

Porém, apesar de aguardarmos com esperança o seu recrudescimento, como outras redes sociais não subordinadas ao desgoverno, o Ternuma integra - se à onda que aspira por justiça, por decência e por honestidade.

Contudo, aspiramos a muito mais, pois sabemos que a marcha contra a corrupção, pelos seus propósitos, pelo desejo de correção de atitude pelos nossos homens públicos, é uma chama a ser acalentada.

Lastimavelmente, basta mirarmos os demais setores, onde vemos a pesada mão da má gestão e da incúria, para constatar que somos joguetes e subordinados ao desmando maior. E que há muito que, e do que reclamar.

Sim, que venham as marchas contra a deseducação, contra os desserviços, e poderemos congregar cidadãos para todos os tipos de marchas, pois não faltarão motivos, porém por genéricas, mesmo representando uma parcela da sociedade, duvidamos que os donos do terreiro percam o seu profundo sono.

Marchas com frases de efeito, com palavras de ordem não irão abalá-los, pois voltam - se contra princípios e atos claramente abomináveis, mas não tem alvo fixo, são por demais amplas, vagas, e não têm à sua frente uma entidade, uma aspiração palpável.

Como exigir dignidade de quem não a tem? Como reconhecer patifes se no seu rosto nada há que os identifique?

O Ternuma aplaude, pois vislumbra que a MARCHA CONTRA A CORRUPÇÃO pode transformar - se em algo mais consistente, que impregne parte da população insensível, com o vírus da indignação. Mas até lá, vê com precaução as bandeiras de propósitos etéreos, como temos assistido ao longo dos anos às demonstrações contra uma infindável lista de incompetências e desvios ocorridos por inépcia declarada do desgoverno, protestos e demonstrações públicas de insatisfação, que redundaram em absolutamente nada.

São clamores aos céus, palavras bem intencionadas contra a justiça que acoberta a impunidade, mas não contra os agentes, que não escutando seus nomes, voltam a dormir candidamente.

Precisamos de bandeiras, de união, de indignação, de motivações concretas, como marchar contra a criação desta bestialidade que é a Comissão da Verdade, contra o PNDH3, a criação de reservas indígenas atentatórias à soberania nacional, e poderíamos listar as tantas ignomínias patrocinadas pela canalha no poder que já engolimos sem a menor reação.

Mas nunca é tarde demais, por isso, acorda Brasil.

Brasília, DF, 15 de setembro de 2011.

Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira.

matéria do Bloger TERNUMA

OAB-PROVA DA ORDEM

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Matéria retirada do Midia sem mascara.

O POVO NAS RUAS CONTRA OS CORRUPTOS

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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

O povo contra a corrupção.

" Dados na mesa: a corrupção desviou R$ 40 bilhões em sete anos, R$ 6 82 milhões no Ministério dos Transportes; o Brasil caiu 20 posições no ranking da infraestrutura, segundo pesquisa do Fórum Econômico Mundial - deixou o 84.º lugar para ocupar o 104.º. Mesmo sem precisar o seu peso, é inegável que a corrupção desempenhou um papel nessa queda. Apenas isso seria suficiente para justificar a presença da luta contra o desvio de verbas públicas no topo da agenda nacional.

O argumento da coalizão para conviver com esses fatos é o da governabilidade. É o discurso dos dirigentes mais politizados. No espaço virtual, onde as emoções estão mais à flor da tela, não são raras as tentativas de desqualificar a aspiração de grande parte da sociedade brasileira, revelada, parcialmente, nas demonstrações do 7 de Setembro. A mais banal dessas tentativas é aprisionar o movimento dentro dos códigos do século passado, dominado pela guerra fria. Esquerda e direita, naquele contexto, eram os polos da principal clivagem. O movimento é de direita, dizem, logo, representa um atraso.

As pessoas que saíram às ruas talvez não se sintam nem de direita nem de esquerda, apenas defendem seus direitos e sonhos frustrados pela corrupção. Num outro plano, há os que até entendem a disposição para a luta. Lamentam apenas ver a energia dispersa num tema secundário. Chegam até a sugerir um outro foco: a sonegação de impostos, dizem, mobiliza bilhões de reais. Outra forma clássica de argumentar, que atravessou o século 20: a contradição principal é entre burguesia e proletariado; outras lutas, ainda que bem-intencionadas, podem levar à dispersão..."

Leia aqui na íntegra o artigo de Fernando Gabeira, publicado no Estadão, que, ao contrário de Marina Silva, acha que os movimentos contra a corrupção não tem dono: são a voz do povo.