quarta-feira, 26 de outubro de 2011

É ENGANADOR DESDE O TEMPO DE SINDICALISTA...

LULA PARA SEMPRE - Marco Antonio Villa
O Globo - 25/10/2011

Luiz Inácio Lula da Silva não é um homem de palavra. Proclamou diversas vezes que, ao terminar o seu mandato presidencial, iria se recolher à vida privada e se afastar da política. Mentiu. Foi mais uma manobra astuta, entre tantas que realizou, desde 1972, quando chegou à diretoria do sindicato de São Bernardo, indicado pelo irmão, para ser uma espécie de porta-voz do Partidão (depois de eleito, esqueceu do acordo).

A permanente ação política do ex-presidente é um mau exemplo para o país. Não houve nenhuma acusação de corrupção no governo Dilma sem que ele apoiasse enfaticamente o acusado. Lula pressionou o governo para não "aceitar as pressões da mídia".

Apresentou a sua gestão como exemplo, ou seja, nunca apurou nenhuma denúncia, mesmo em casos com abundantes provas de mau uso dos recursos públicos. Contudo, seus conselhos não foram obedecidos.Não deve causar estranheza este desprezo pelo interesse público. É típico de Lula. Para ele, o que vale é ter poder. Qualquer princípio pode ser instrumento para uma transação. Correção, ética e moralidade são palavras desconhecidas no seu vocabulário. Para impor a sua vontade passa por cima de qualquer ideia ou de pessoas. Tem obtido êxito. Claro que o ambiente político do país, do herói sem nenhum caráter, ajudou. E muito.

Ao longo do tempo, a doença do eterno poder foi crescendo. Começou na sala de um sindicato e terminou no Palácio do Planalto. E pretende retornar ao posto que considera seu. Para isso, desde o dia 1 de janeiro deste ano, não pensa em outra coisa. E toda ação política passa por este objetivo maior. Como de hábito, o interesse pessoal é o que conta. Qualquer obstáculo colocado no caminho será ultrapassado a qualquer custo.

O episódio envolvendo o ministro do Esporte é ilustrativo. A defesa enfática de Orlando Silva não dependeu da apresentação de provas da inocência do ministro. Não, muito pelo contrário. O que contou foi a importância para o seu projeto presidencial do apoio do PCdoB ao candidato petista na capital paulista. Lula sabe que o primeiro passo rumo ao terceiro governo é vencer em São Paulo. 2014 começa em 2012. O mesmo se repetiu no caso do Ministério dos Transportes e a importância do suporte do PR, independentemente dos "malfeitos", como diria a presidente Dilma, realizados naquela pasta. E, no caso, ainda envolvia o interesse pessoal: o suplente de Nascimento no Senado era o seu amigo João Pedro.

O egocentrismo do ex-presidente é antigo. Tudo passa pela mediação pessoal. Transformou o delegado Romeu Tuma, chefe do Dops paulista, onde centenas de brasileiros foram torturados e dezenas foram assassinados, em democrata. Lula foi detido em 1980, quando não havia mais torturas. Recebeu tratamento privilegiado, como mesmo confessou, diversas vezes, em entrevistas, que foram utilizadas até na campanha do delegado ao Senado. Nunca fez referência às torturas. Transformou a casa dos horrores em hotel de luxo. E até chegou a nomear o filho de Tuma secretário nacional de Justiça!

O desprezo pela História é permanente. Estabeleceu uma forte relação com o símbolo maior do atraso político do país: o senador José Ribamar da Costa, vulgo José Sarney. Retirou o político maranhense do ocaso político. Fez o que Sílvio Romero chamou de "suprema degradação de retrogradar, dando, de novo, um sentido histórico às oligarquias locais e outorgando-lhes nova função política e social". E pior: entregou parte da máquina estatal para o deleite dos interesses familiares, com resultados já conhecidos.

O desprezo pelos valores democráticos e republicanos serve para explicar a simpatia de Lula para com os ditadores. Estabeleceu uma relação amistosa com Muamar Kadafi (o chamou de "amigo, irmão e líder") e com Fidel Castro (outro "amigo"). Concedeu a tiranos africanos ajuda econômica a fundo perdido. Nunca - nunca mesmo - em oito anos de Presidência deu uma declaração contra as violações dos direitos humanos nas ditaduras do antigo Terceiro Mundo. Mas, diversas vezes, atacou os Estados Unidos.

Desta forma, é considerável a sua ojeriza a qualquer forma de oposição. Ele gosta somente de ouvir a sua própria voz. Não sabe conviver com as críticas. E nem com o passado. Nada pode se rivalizar ao que acredita ser o seu papel na história. Daí a demonização dos líderes sindicais que não rezavam pela sua cartilha, a desqualificação dos políticos que não aceitaram segui-lo. Além do discurso, usou do "convencimento" financeiro. Cooptou muitos dos antigos opositores utilizando-se dos recursos do Erário. Transformou as empresas estatais em apêndices dos seus desejos. Amarrou os destinos do país ao seu projeto de poder.

Como o conde de Monte Cristo, o ex-presidente conta cada dia que passa. A sua "vingança" é o retorno, em 2014. Conta com a complacência de um país que tem uma oposição omissa, ou, na melhor das hipóteses, tímida. Detém o controle absoluto do PT. Usa e abusa do partido para fortalecer a sua capacidade de negociação com outros partidos e setores da sociedade. É obedecido sem questionamentos.

Lula é uma avis rara da política brasileira. Nada o liga à nossa tradição. É um típico caudilho, tão característico da América Hispânica. Personalista, ególatra, sem princípios e obcecado pelo poder absoluto. E, como todo caudilho, quer se perpetuar no governo. Mas os retornos na América Latina nunca deram certo. Basta recordar dois exemplos: Getúlio Vargas e Juan Domingo Perón.

Marco Antonio Villa é historiador e professor da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

 
Fonte:Ternuma

CHARLES DE GAULLE FALOU COM PROPRIEDADE...

QUEM É O BANDIDO! Grupo GUARARAPES
Doc.248 – 2011 de 26 de outubro de 2011

 WWW.FORTALWEB.COM.BR/GRUPOGUARARAPES

“Primeiramente temos de dar impressão de que somos democratas. No início teremos que aceitar certas coisas. Mais isto não durará muito tempo.”
(Marco Aurélio Garcia - Assessor Especial para Política Externa da Presidência da República)

Faça a esquerda ficar com raiva, dizendo a verdade!
Não há Justiça no nosso País, pois, a politicagem brasileira é quem manda e é mestra em defender bandido. Ladrão ou mesmo assassino, quando de esquerda, merece uma onda de artigos que os defendem com toda garra. O celebre assassino dos últimos tempos foi O CASO CESARE BATTISTI.

O CASO CESARE BATTISTI - acaba de ser publicado o livro do mestre em direito – WALTER FILHO – que sem a paixão idiota de ideologia mostra a vida deste facínora internacional. O apresentador da obra – mestre em Direito, professor Dimas Macedo - afirma: “Luiz Inácio Lula da Silva, indiscutivelmente, no caso específico de BATTISTI, ratificou o fato de que o Brasil não é um País sério” e logo depois aponta: “E, ainda, que seja doloroso saber que o estelionato, o abuso do Poder político no Brasil e a improbidade são as novas  moedas do poder político no Brasil ...”.

O Partido Comunista Italiano (PCI) era do governo, na época, dos crimes cometidos por eles e não os defendia. Logo não venham com a conversa de direita, burguesia ou poder do dinheiro.

Quem é este cidadão italiano? Quais os crimes praticados antes de entrar para o tal PAC (Proletários Armados pelos Comunistas)? Vamos listá-los:
1) 13 de março de 1972, com 17 anos, fez parte de furto de  uma máquina de escrever e de  dois veículos Fiat;
2) Maio de 1974 foi  denunciado pelo rapto de menores e uso de  violência,na prática  libidinosa de menores e no mesmo ano, agressão ao  tio de uma das  menores;
3) 3 de agosto de 1974, em Sabandia,  praticou arruaças e  assalto com arma de fogo e foi preso pela polícia, permanecendo nesta  situação,  até 1976;
4)1977 foi preso por julgamento de crimes praticados, anteriormente;
5) Foi preso no dia 26 de junho de 1979, fugindo da prisão a 4 de outubro do mesmo ano, com ajuda dos seus comparsas do PAC.

Depois de todos estes crimes, entra para o tal PAC, no final de 1997 e aí praticou atos de vandalismo, roubo, lesões corporais e crimes de sangue.
1) Em 14 de abr de 1978 participou do assalto aos correios de VERONA;
2) Praticou ferimentos graves no médico GIORGE ROSSANIGO, em 6 de maio de 1978;  -  Lesões graves no  médico DIEGO FAVA, em  8 de maio de 1978, sendo os tiros  efetuados por BATTISTI E ROBERTO  SILVI;
3) Em 22 de julho de 1978, roubou e danificou o supermercado ROSSETTO, NA CIDADE DE VERONA;
4) Em 7 de agosto de 1978 roubou o correio postal e a ele danificou.  Em VERONA;
5) Atentado contra o agente de custódia – Arturo Nigro – em  24 de outubro de 1978;
6) Participou de quatro assassinatos sendo acusado de ser o executor de dois deles, num terceiro, como mandante, e num quarto,  como co-autor. Morreram assassinados: ANTÔNIO SANTORO, EM 6 DE JUNHO DE 1978; PIERLUIGI FORREGIANI em 16 de fevereiro de 1979; LINO SABBADIN em 16 de fev de 1979 e ANDRE CAMPAGNA, em de abril  de 1979; e,
7) Ainda é acusado do seqüestro  de Sandra Baggiani, em dezembro de 1978 e participar do assalto ao Banco Popular de Milão em 20 de julho de 1978.

Além de todos estes crimes, ainda entrou no Brasil com passaporte falso e só isso já não permitia que aqui ficasse, passeando pelas praias de Copacabana.

Este criminoso foi condenado pelas JUSTIÇAS DA FRANÇA, ITÁLIA e pela Corte Européia de Direitos Humanos. A Justiça Brasileira é a única certa? Ou são bandidos o presidente e o ministro da justiça?

O livro do Dr emérito Walter Filho conta os detalhes.

 No Brasil, o bandido teve a proteção do Presidente da República e ministro da Justiça. O Brasil não é um País sério e seus dirigentes irresponsáveis.

O GRUPO GUARARAPES bate palmas para o Dr. Walter Filho e mais uma vez afirma:

DEMOCRACIA É O CUMPRIMENTO DA LEI! VIVEMOS A DITADURA DO EXECUTIVO.

ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES!


Fonte: Ternuma

AS MINISTRAS MULHERES MOSTRAM SER DIGNAS

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Uma grande brasileira demitiu Orlando Silva: a ministra Carmen Lúcia.

Segundo Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência da República, a abertura de inquérito no STF foi o fato decisivo e determinante para a demissão do ministro do Esporte, Orlando Silva. Obrigado, ministra Carmen Lúcia,  por ter demitido o suspeito. Se dependesse da Dilma...