quinta-feira, 29 de setembro de 2011

DÁ PARA ACREDITAR NA JUSTIÇA DO BRASIL???

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Supremo tende a permitir que CNJ só processe juízes, se nada for feito antes pelas corregedorias dos tribunais

Edição do Alerta Total – http://www.alertatotal.net
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Por Jorge Serrão

O espírito do velho guerreiro das causas nobres, o Marechal Massary konoku, parece que baixou ontem nos arredores do Supremo Tribunal Federal. Por isso os ministros da Corte Suprema deram uma providencial adiada na decisão sobre uma ação direta de inconstitucionalidade movida pela Associação dos Magistrados do Brasil, para reduzir os poderes de punição aplicáveis pelo Conselho Nacional de Justiça – o tal órgão de controle externo do Judiciário, na verdade, formado pelo pessoal interno deste próprio Poder.

Como é costume no Brasil, onde tudo acaba em Pizza ou Conciliação, os ministros do STF costuram um acordo com o resto da magistratura para não ser penalizado, publicamente, pelo desgaste de enfraquecer o Conselho Nacional de Justiça (que pode não ser uma Brastemp, mas pelo menos já mandou para a geladeira 49 magistrados que pisaram na toga desde 2005). Pela regra que tende a ser sacramentada pelo STF, o CNJ funcionará como uma “última instância”. Só poderá processar juízes se nada for feito antes contra os suspeitos pelas corregedorias dos tribunais.

Tudo indica que as corregedorias serão obrigadas a seguir um prazo para decidir sobre denúncias contra magistrados. Caso as corregedorias não tomem as providências previstas, aí sim, a Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça poderá ser acionada para intervir contra o juiz ou desembargador posto em suspeição. Atualmente, 35 desembargadores são investigados pelo CNJ. Por isso, o eventual esvaziamento do Conselho representaria um retrocesso institucional e uma perigosa demonstração de que os bandidos (com ou sem toga, não importa) continuam organizando o crime no Brasil.

O mais importante da não-decisão de ontem do STF é que a reação indignada da opinião pública foi decisiva para que não fossem retirados os poderes do CNJ – que tem cumprido o papel de ouvir a sociedade nas queixas ignoradas sistematicamente pelas corregedorias corporativistas dos tribunais. O Venerável Marechal Massary konoku está rindo de olho a olho...

Vitoriosa

Embora tenha ficado queimada com a maioria dos membros mais corporativistas do Judiciário, a Corregedora Nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, venceu a primeira batalha contra o risco iminente que o CNJ corria de ser completamente esvaziado.

A ministra voltou a esclarecer ontem o sentido real de suas polêmicas declarações sobre os “gravíssimos problemas de infiltração de bandidos que estão escondidos atrás da toga".

Eliana Calmon deixou clara que sua intenção é proteger a magistratura dos “bandidos infiltrados”.
 
 
Fonte: Alerta Total

HONESTIDADE É OBRIGAÇÃO DO CIDADÃO.

UMA HISTÓRIA SOBRE OS GEISEL
Um querido amigo e companheiro de turma da AMAN conta que, quando comandou o 6° BComDiv em Bento Gonçalves/RS, terra do Gen Geisel, tomou conhecimento de um fato muito interessante.

O pai do General tinha um comércio que incluia a loteria federal. Havia um amigo dele que participava de todos os sorteios comprando um bilhete, sempre do mesmo número.

Certa época, esse amigo precisou viajar, ficou duas ou três semanas fora,  e, naturalmente, não comprou os seus  bilhetes preferidos.

Para o azar do amigo, em um dos sorteios, o bilhete foi sorteado com o primeiro prêmio!

Quando esse amigo retornou a Bento Gonçalves, foi direto falar com o pai do Geisel, para lamentar-se do ocorrido.

O Sr Geisel disse a ele: "Que nada, eu comprei os bilhetes para você e eles estão aqui. Vá buscar o seu prêmio, mas não se esqueça de me pagar pelas apostas que eu fiz para você!"

É, eram outros tempos, outra educação, outra formação, outro tipo de compromisso com a honestidade...

Agora, nos tempos da famiglia Lulla da Silva, este tipo de gente e comportamento é chamado de otário, ingênuo, bobo, idiota e outros sinônimos...

Paulo Chagas

Fonte: TERNUMA

CADÊ O TCE DE PE...não acredito nele.

A INCRÍVEL HISTÓRIA DA MINISTRA DO TCU
e seu filho governador e uma empresa de locação de veículos que recebe dinheiro público

27/09/2011

A deputada Ana Arraes (PSB-PE), eleita ministra do TCU em razão da mobilização do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), seu filho, concedeu entrevistas em que o “zelo pelo dinheiro público” e a necessidade apareciam numa relação de oposição. Uma coisa espantosa mesmo! Parece que ela não é apenas uma teórica dessa perniciosa contradição. Leiam o que informam Fernando Mello e Felipe Coutinho, na Folha:

O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e a mãe dele, a deputada federal Ana Arraes (PSB-PE), já pagaram cerca de R$ 300 mil em verbas públicas a uma locadora de automóveis de uma filiada ao PSB. A BSB Locadora não tem carros suficientes para cumprir seus contratos, não possui site nem número na lista telefônica e tem como endereço uma sala fechada na periferia de Brasília. Graças à mobilização feita pelo filho, Ana Arraes foi eleita na semana passada para o TCU (Tribunal de Contas da União), órgão que fiscaliza o uso de verba pública. A relação de Campos e de Ana Arraes com a locadora extrapola os serviços fornecidos oferecidos pela empresa. A sócia majoritária da BSB, Renata Ferreira, é filiada ao PSB -legenda presidida pelo governador.

Renata resolveu entrar no partido em outubro de 2009, uma semana depois de ter vencido uma licitação para fornecer automóveis para a representação do governo pernambucano em Brasília. Renata também tem emprego, como terceirizada, no Ministério de Ciência e Tecnologia, que no governo Lula foi comandado pelo PSB -no primeiro mandato, foi dirigido pelo próprio Campos. O pai dela, Esmerino Ferreira, trabalha no gabinete de Ana Arraes desde 2007. Antes, foi o motorista de Campos entre 1998 e 2006. No cabeçalho das mensagens enviadas pelo fax da casa da dona da locadora, não aparecem os nomes da empresa ou dos proprietários -mas o de “Eduardo Campos”.

A locadora foi criada em 21 de julho de 2008. Segundo um dos sócios, a empresa não tinha veículos no início e usava carros da família, por conta das dificuldades para obter financiamento. Até que, no ano seguinte, ganhou o contrato do governo de Pernambuco.

Com um capital social de R$ 8 mil, a BSB Locadora já faturou mais de R$ 540 mil de verbas públicas. A empresa recebeu R$ 210 mil do governo de Pernambuco na gestão de Campos, outros R$ 93 mil do gabinete de Ana Arraes, segundo dados oficiais dos dois órgãos. Recebeu, ainda, R$ 40 mil do PSB nacional, de acordo com notas fiscais que a Folha obteve, de 2009. Nos quatro dias em que a Folha foi até a locadora, na cidade satélite de Samambaia, a sala estava trancada por uma porta de vidro. Aqui

Por Reinaldo Azevedo

Fonte: TERNUMA

UMA PEQUENA AMOSTRA DO MAR DE LAMA DO GOVERNO-PT

Cobertura do Maracanã custa R$ 47 milhões na Polônia e R$ 197 milhões no Brasil. Ora, são só R$ 150 milhões!

O secretário adjunto de Planejamento e Procedimento do Tribunal de Contas da União (TCU), Marcelo Luiz Souza da Eira, disse, em audiência no Senado nesta quinta-feira (29), que há indícios de sobrepreço nas obras de cobertura do estádio do Maracanã. Em sua opinião, o estado do Rio de Janeiro e a União precisam dar justificativas ao tribunal. Marcelo Eira participou da quarta audiência pública do seminário Primeira Avaliação Parlamentar da Copa do Mundo de 2014, que discutiu, na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), a fiscalização das obras da Copa do Mundo de 2014.

O secretário adjunto disse que estádios similares na Ucrânia e na Polônia, usando o mesmo tipo de fornecedor, tiveram custo de R$ 47 milhões, enquanto que o valor estimado para a cobertura do Maracanã chega a R$ 197 milhões. Ele salientou que a diferença é "astronômica" e que o estado deve rever a estimativa de custo. O TCU também constatou sobrepreço em editais de obras em outros estados, que já foram corrigidos, e não há indícios de outras irregularidades graves, disse o secretário do tribunal. Ele explicou que a atribuição do TCU é fiscalizar os contratos de financiamentos para fundamentar as decisões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Caixa Econômica Federal. Informações sobre o acompanhamento das obras da Copa pelo TCU pode ser acessadas na internet.
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Se o secretário do TCU chama um sobrepreço cinco vezes maior de "indício",  que será que é prova para o tribunal? Cobrar e cobertura e não instalar?

BRASIL... Um país de todos...CORRUPTOS- O Povo não merece

29/09/2011
às 6:59

Por um país mais corrupto, mais burro e mais feio! O PT que protege Valdemar Costa Neto quer tirar Gisele Bündchen do ar

O Brasil assistiu ontem a uma cena explícita de pornografia política. Por 16 votos a 2, o Conselho de Ética da Câmara rejeitou a abertura de processo disciplinar contra o deputado Valdemar Costa Neto (SP), o chefão do PR e um dos réus no processo do mensalão. Ele era, como todos sabem, o grande comandante do Ministério dos Transportes. Nem Dilma Rousseff agüentou. Demitiu o ministro Alfredo Nascimento e mais 25 pessoas no Dnit. Mas a esmagadora maioria do Conselho, sob o comando do PT e orientação do Planalto — a “Faxineira Mestra” não quer mais saber da vassoura para varrer coisa nenhuma —, decidiu que nada há que desabone aquele patriota. Que fique claro: o conselho estava apenas decidindo se existiam ou não INDÍCIOS para abrir o processo. Não era uma sentença de condenação.
Michel Temer (PMDB), o vice presidente, já disse anteontem uma frase e tanto: “Não se pode governar de vassoura na mão”. E com a sujeira debaixo do tapete? Ah, isso pode! Enquanto o PT, num canto, salvava Valdemar, o mesmo PT, no outro, se mobilizava para tirar do ar uma propaganda estrelada por Gisele Bündchen. VOCÊS ENTENDERAM DIREITO: O PARTIDO QUE ESTÁ NO PODER ACHA QUE GISELE FAZ MAL AO BRASIL E QUE VALDEMAR FAZ BEM. Antes que avance, vejam o sempre excelente Heraldo Pereira comentando o caso Valdemar e entrevistando os deputados Fernando Francischini (PSDB-PR) e Amauri Teixeira, do PT da Bahia, no Jornal da Globo.
Publico o vídeo para que não reste a menor dúvida de que o PT trabalhou ativamente para livrar a cara do “companheiro” Valdemar. Faz sentido. No processo do mensalão, por exemplo, José Dirceu ocupa uma posição superior à do deputado do PR na hierarquia do crime. Na prática, o tal Ademir está defendendo a sua própria turma. Mas a vida, felizmente, é mais do que essa gente com cara de recepcionista de funerária de filme B. Também nos reserva beleza e graça. E isso o PT, evidentemente, não pode suportar. A petista Iriny Lopes, titular da Secretaria de Políticas para as Mulheres, decidiu enroscar com um comercial estrelado por Gisele Bündchen. A ministra, de uma corrente do partido chamada “Articulação de Esquerda”, encaminhou um ofício ao Conselho de Auto-Regulamentação Publicitária (Conar) pedindo que uma série de comercias sobre lingerie seja retirada do ar. Nos filmes, uma Gisele com vestido ou bermuda dá uma má notícia ao marido; na tela, aparece, então, a palavra “Errado”. Em seguida, usando a lingerie, ela dá a mesma notícia, e aí surge a palavra “certo”. Uma voz em off recomenda: “Você é brasileira; use seu charme! Hope, bonita por natureza”. Iriny não gostou! Assistam a um dos filmes. Volto em seguida.


Espírito bucéfalo do tempoAntes que comente a interpretação petralha que fizeram da propaganda — eles a entenderam pelo avesso!—, é preciso comentar a boçalidade dessa gente articulada com o espírito do tempo. O fim do comunismo — e, no particularíssimo aspecto de que tratarei, a boa notícia teve o seu lado trágico — conseguiu fazer um mal imenso à inteligência. Enquanto aqueles tarados viviam perseguindo a “revolução social” ou se organizavam para tentar dar o golpe final na democracia, a própria democracia estava razoavelmente protegida da estupidez, do obscurantismo, da ignorância. Ficavam lá metidos em suas igrejas de pensamento, organizando as suas conspiratas, e não importunavam tanto. Quando a perspectiva da grande virada se desfez, a esquerda se fragmentou nesses intoleráveis e, acima de tudo, INTOLERANTES, “movimentos de minoria”. A pauta, no fim das contas, é a mesma — continuam empenhados em destruir a sociedade democrática —, só que, agora, falam em nome de grupos organizados. A “classe operária” saiu de cena; em seu lugar, entraram “as mulheres”, “os gays”, “os negros”, os “sem-terra”, os “ecologistas”, os “sem-isso”, os “sem-aquilo”…  E as lideranças dessas ditas minorias se empenham, então, em impor a sua vontade ao conjunto da sociedade.
Os antigos comunas, ao menos, tinham lá sua idéia de universalidade, que se revelou estúpida, brutal, homicida. As minorias de agora não são menos autoritárias, não! Apenas não dispõem dos mesmos instrumentos e não podem aderir à mesma forma de luta. Mas a sua determinação de destruir valores universais — porque, supostamente, expressões de uma sociedade burguesa, reacionária — é, no que respeita à filiação de idéias, ainda que não o saibam, caudatária do lixo leninista. A tal lei que quer punir a homofobia não vê problema nenhum em golpear junto a liberdade de expressão. A causa justificaria. A dona Iriny considera que uma forma de censura é o caminho mais curto para ela proteger o direito das mulheres. A conclusão é inescapável: para o PT, Valdemar Costa Neto é parte da democracia, mas aquela propaganda ofende gravemente.
Gente sem humor, sem inteligência, sem referênciaJá escrevi aqui certa feita que, se Swift (1667-1745) reencarnasse no Brasil e escrevesse hoje, quase 300 anos depois, o seu “Uma modesta proposta para prevenir que, na Irlanda, as crianças dos pobres sejam um fardo para os pais ou para o país, e para as tornar benéficas para a República”, seria denunciado pela ministra Maria do Rosário (Direitos Humanos). Afinal, ele recomendava que os irlandeses resolvessem o problema da fome comendo as crianças dos pobres. Sim, era uma ironia. Mas não para quem Swift é só uma marca de salsicha.
Posso estar enganado, claro! — vai que o obtuso seja eu, e Iriny, uma iluminista —, mas entendo que o filme da agência Giovanni+DraftFCB ironiza o machismo ao colocar no papel de submissa, de “loura desfrutável”, uma mulher inegavelmente bem-sucedida, que enriqueceu pelo próprio esforço (à diferença de pilantras que livram a cara de pilantras), que há muito não precisa pedir autorização para homem nenhum para fazer o que bem entende. Essa agência já fez a propaganda de uma TV por assinatura. Víamos a mesma Gisele, ajoelhada, com um balde do lado, a limpar o assoalho. Um maridão meio pançudo, feioso, assistindo a um jogo de futebol, de papo pro ar, pede que ela interrompa o serviço para pegar mais um cervejinha na geladeira… E ela cobra qaue ele, ao menos, peça “por favor”. Houvesse só uma “gostosa” desempenhando um papel ou outro, talvez a polêmica fizesse algum sentido — ainda que o pedido para tirar a propaganda do ar continuasse estúpido. Mas se recorre a Gisele justamente para fazer com que o machismo, um dado da realidade, passe a girar em falso.
Não é mesmo incrível que os petistas acreditem que um comercial de lingerie seja ofensivo às mulheres, mas não a proteção ao tal deputado? Quem, no fim das contas, quer tratar as mulheres como idiotas?
Como disse aquele ministro, os idiotas, definitivamente, perderam a modéstia. Se não tomarmos cuidado, em breve, teremos de sair à rua munidos com um manual de instruções para não apanhar de vara das “polícias das minorias”. A ministra Iriny deveria dedicar os seus melhores esforços para criar a calcinha e o sutiã politicamente corretos. Não que homens liguem muito para isso, como sabem todos aqueles que me lêem. Quase sempre, quando essas peças têm alguma importância, a gente está pensando em outra coisa. Alguma das moças que me lêem já ouviu o gajo a dizer coisas como: “Mas essa sua rendinha, hein?” Só se foi o melhor amigo… Mas tá. Talvez Iriny devesse reunir o Comissariado do Povo para Assuntos de Calcinha e decidir que tipo de peça íntima deve usar a mulher para que não seja tratada como mero objeto. Ceroulas talvez…
Encerro
Eles não estão apenas tornando o país mais corrupto. Eles também o deixam mais burro e o querem mais feio. À imagem e semelhança do criador.
Por Reinaldo Azevedo
29/09/2011