segunda-feira, 17 de outubro de 2011

ATÉ QUANDO AS PESSOAS DO BEM... FICARÃO CALADOS?

DIRETO AO PONTO - Augusto Nunes (sobre o Min Orlando Silva)
15/10/2011, às 17:18

Orlando Silva e seu bando têm de cair fora do ministério que virou covil do PCdoB

Pilhado em flagrante de novo, agora chapinhando no pântano do programa Segundo Tempo, o ministro Orlando Silva tentou trocar a pose de cartola a serviço da nação em Guadalajara pela fantasia de voluntário da pátria gravemente ofendido. “Confesso que eu estou chocado”, caprichou o canastrão vocacional ao saber das denúncias publicadas na edição de VEJA que acaba de chegar às bancas. “Estou estupefato, perplexo. Um bandido fala e eu que tenho que provar que não fiz, meu Deus?”. A fala decorada às pressas foi desmentida pela voz de quem deve, pela cara de culpa e pelas duas palavras finais: um comunista que invoca Deus quando o emprego está em perigo é tão confiável quanto um ministro que compra tapioca com cartão corporativo.

De todo modo, é compreensível que qualifique de bandido o companheiro do PCdoB que até recentemente era contemplado por verbas milionárias e audiências no Ministério do Esporte. Orlando Silva sabe que, no momento, cavalga o quinto andar da procissão dos condenados ao despejo. Não por vontade de Dilma Rousseff, que é só um codinome de Lula. Vai perder a boca no primeiro escalão por exigência dos milhões de brasileiros fartos de tanta ladroagem impune. Há limites para tudo.

Há limites também para a farsa encenada há quase nove anos. Um texto aqui publicado em março registrou que, no balanço dos dois mandatos que Lula registrou em cartório, a enxurrada de deslumbramentos do Segundo Tempo inunda quatro das 2.200 páginas divididas. Lançado em 24 de novembro de 2003 pelo Ministério do Esporte, bate no peito o parágrafo de abertura, o programa “visa democratizar o acesso à prática e à cultura do esporte de forma a promover o desenvolvimento integral da criança, do adolescente e do jovem, como fator de formação da cidadania e de melhoria da qualidade de vida, prioritariamente daqueles que se encontram em áreas de vulnerabilidade social”.

Entre outros embustes superlativos, o palavrório que vai da página 345 à 349 jura que “o Programa Segundo Tempo, desde a sua criação, permitiu 3.852.345 atendimentos de crianças, adolescentes e jovens”. Essas cifras de matar de inveja um dinamarquês não teriam sido alcançadas sem “a capacitação e qualificação de 9.246 profissionais entre coordenadores, professores, agentes formadores e gestores de esporte e lazer”. Magnânimo, o fundador do Brasil Maravilha divide a façanha com alguns parceiros.

“Foi por meio da celebração de convênios com governos estaduais, municipais e organizações não governamentais (ONGs), e de parcerias com outros ministérios, que se alcançaram, a partir de 2005, mais de 1 milhão de atendimentos anuais, considerando-se os convênios anuais e plurianuais. Isso foi possível em função do crescimento exponencial do orçamento do Programa Segundo Tempo, que iniciou (sic) com R$ 24 milhões em 2003 e alcançou R$ 207.887 milhões em 2010”.

Estelionato eleitoreiro é isso aí, atestam as incontáveis gatunagens da quadrilha que controla o programa nascido e criado para servir ao Partido Comunista do Brasil, premiado com o Ministério do Esporte no primeiro dia da Era Lula. Só em 2010, pelo menos R$ 69,4 milhões foram parar nos caixas de 42 ONGs e entidades de fachada controladas pelo PCdoB. O Estadão descobriu, por exemplo, que uma ONG explorada pelo partido em Santa Catarina resolveu importar merendas de Tanguá, no Rio de Janeiro. A  empresa presenteada com a encomenda no valor de R$ 4,6 milhões tem um funcionário só, cujo nome o dono ignora, prospera num galpão abandonado há quatro anos e jamais produziu uma única e mísera merenda.

No Distrito Federal, 3,2 mil crianças continuam à espera dos 32 núcleos prometidos pelo convênio entre o ministério e outra ONG de estimação. Em Teresina, o que deveria ser uma quadra é um matagal onde os iludidos pelo Segundo Tempo tentam jogar futebol e vôlei improvisando traves e redes com tijolos, bambus e muita imaginação. A logomarca do programa num muro garante que aquilo é um núcleo esportivo. É só a prova de mais uma negociata que irrigou com R$ 4,2 milhões outra entidade a serviço do PCdoB.

“Vamos apurar todas as denúncias”, recita Orlando Silva depois de cada escândalo. “Vou processar o acusador”, acaba de declamar em Guadalara. Vai coisa nenhuma. Pecador não apura; é investigado. Delinquente não processa; é processado. As patifarias do Segundo tempo são apenas mais um tópico que inclui, entre outros espantos, os R$ 4 bilhões enterrados no Pan-2007 (veja o texto na seção Vale Reprise). O ministro meteu-se num beco sem saída. Se não soube de nada, é inepto. Se soube, é corrupto. Em qualquer hipótese, não pode continuar no cargo. Tem de ser imediatamente afastado das cercanias dos cofres onde correm perigo os bilhões da Copa de 2014 e da Olimpíada de 2016.

Dois dias depois da descoberta de que o Ministério do Esporte anda roubando até crianças, Orlando Silva apareceu em São Paulo para discorrer sobre obras em aeroportos e estádios em construção. O craque das jogadas ilegais sonha com lances ainda mais ousados. No Brasil em adiantado estado de decomposição moral, os crimes já são anunciados com alguns anos de antecedência. Se corrupção desse cadeia, a população carcerária não caberia numa Bolívia. Mas sempre há lugar para um Orlando Silva.

No primeiro escalão é que não pode haver lugar para uma figura dessas. Lula, que o transformou em ministro em 2006, sabe muito bem com quem continua lidando. Dilma Rousseff também conhece bastante o parceiro que chama de “Orlandinho”. Diga o que disser o protetor de bandidos companheiros, queira ou não queira a coiteira dos afilhados do chefe, Orlando Silva e seu bando têm de cair fora do gabinete que virou covil do PCdoB. Já.


Fonte: Ternuma

O MODELO PRODUTIVO MUNDIAL MERECE UMA REENGENHARIA CONCEITUAL

SOMBRAS SOBRE A CHINA - Gilles Lapouge
O Estado de S.Paulo -15 de outubro de 2011

Os Estados Unidos sofrem, a Europa sufoca, a África tem fome, mas a China atravessa, impassível e triunfante, a crise econômica: essa é a "ideia recebida", a "verdade revelada" compartilhada por quase todos no planeta. E, em certo sentido, esse "dogma" da invulnerabilidade da China é tranquilizador. Enquanto o motor chinês continuar ligado, distribuirá sua energia aos outros continentes.

O problema é que, de uns meses para cá, esse "dogma" está fazendo água. Sinais inquietantes chegam da China. Em agosto e setembro, o superávit comercial chinês, tradicionalmente colossal, recuou. A razão é evidente: com a redução do consumo na Europa e nos EUA, a China viu seus mercados encolherem.

Podem-se ilustrar essas dificuldades comerciais pelo pânico que atinge as pequenas e médias empresas (PME) Na província de Zhejiang, 400 quilômetros ao sul de Xangai, que está repleta de pequenas empresas exportadoras, as falências aumentaram. Desde o início do ano, fecharam 72 mil pequenas empresas das 360 mil PME da região. Os jornais de Hong Kong se alarmam. A epidemia de falências assume as proporções de uma "histeria", dizem eles.

Segundo a internet chinesa, fato confirmado pela imprensa, 200 empresários da região desapareceram, no último ano, abandonando seus negócios. Essa hemorragia culminará no período do ano-novo. Trata-se de um hábito chinês: os empresários em dificuldade aproveitam o ano-novo para desaparecer sem pagar seus assalariados.

O mesmo fenômeno é assinalado em outras regiões. Ocorre que a economia chinesa repousa precisamente sobre as pequenas empresas. Segundo a agência Nova China, as PME criam 80% dos empregos do país. Em Pequim, planos de urgência são imaginados às pressas para aliviar os pequenos proprietários. Esses planos passam por uma reforma do sistema de crédito. A verdade é que os bancos preferem antes emprestar às grandes empresas que às pequenas. Uma consequência disso é que as PME cujos caixas estão vazios recorrem a "sociedades de garantia privadas" que praticam taxas de juros abusivas: no mínimo 20%. Em certos casos, até 100%. É a morte.

A desaceleração da China é observada também em outros países da Ásia. O Fundo Monetário Internacional (FMI) lançou um alerta. É fato que a região asiática resiste melhor que os EUA e, sobretudo, que uma Europa em debandada. Mas ela começa a sofrer. E sofre, precisamente, por causa da queda de atividade nos outros continentes. A China está doente. Seu mal se chama Estados Unidos e Europa. Pela primeira vez, o FMI salienta "a vulnerabilidade da Ásia e da China à deterioração da zona do euro".

Outro perigo se perfila: parte das monumentais reservas cambiais chinesas está no Ocidente. Esse é outro pesadelo de Pequim porque essas reservas poderiam se encontrar em perigo no futuro por artes da globalização. / TRADUÇÃO DE CELSO PACIORNIK

Fonte:Ternuma

JÁ ESTÁ DEFINIDO: BRASIL, GRANDE EXPORTADOR DE INSUMOS PRIMÁRIOS

Comentário nº 112 - Assuntos: VLS, Corrupção, BRICS e Liderança - Gelio Fregapani
15 de outubro de 2011

Bloqueio aos nossos Veículos Lançadores de Satélites (VLS)
Os mísseis Sonda foram a base para a construção do VLS. No começo importávamos dos USA quase todos os insumos; então por ordem do Pentágono foi cortada a venda. Primeiro da borracha liquida para a fabricação do combustível sólido. Depois o perclorato da amônia, para a queima do combustível sólido na ausência do oxigênio atmosférico, o aço para os vasos dos motores, computadores, plataformas inerciais, e por último a prestação de serviços. Na década de 90 chegaram a confiscar quatro vasos dos motores do VLS enviados aos EUA para serem lá temperados.

Nossos cientistas passaram a produzi-los aqui mesmo, exceto das plataformas inerciais e carbono-carbono que foram adquiridas dos russos e dos computadores de bordo, verdadeiros "cavalos de tróia", comprados dos ingleses.

Os EUA passaram a agir indiretamente usando a quinta-coluna cooptada nas fileiras dos governos Collor e FHC. Com a conivência desses governantes criou-se a Agencia Espacial Brasileira (AEB), através da qual a NASA passou a controlar e esterilizar os já parcos recursos destinados ao nosso programa espacial próprio.

Em 1997, usando a AEB e o INPE, nos enfiaram goela abaixo a "compra" de uma cota do consorcio da Estação Espacial Internacional e ainda nos convenceram a pagar o treinamento de um piloto militar, escolhido entre aqueles simpáticos a Washington, para transformá-lo em um "astronauta" visando nos fazer desperdiçar esforços e recursos em atividades estéreis. Para treinar o tenente coronel. aviador Marcos Pontes em  "gerente de carga", pagamos três milhões e novecentos mil euros, (o custo de um VLS completo).

Nada disso se compara as suspeitas explosões em Alcântara, inclusive a última, que nos ceifou a nata dos cientistas e atrasou por dez anos nosso desenvolvimento.

Contra a corrupção
A primeira marcha em 7 de setembro em Brasília foi ironizada por reunir  meia dúzia num País que reunia um milhão na marcha gay. Neste dia 12 já reuniu dezenas de milhares em Brasília, e começaram a espocar marchas em várias capitais. Certamente aumentará. Foi assim que começou na Índia, com as marchas de Gandi.

O STF e o Congresso foram os alvos principais dessa marcha popular e apartidária, convocada pela internet, para protestar durante um feriado na capital brasileira. Cerca de 20 mil pessoas, nas contas da PM, saíram de casa e propuseram pautas concretas.

Estamos começando a escutar o grito de um País, tímido no seu início, mas que se consolida. Esta marcha ainda foi pacífica, e a próxima provavelmente também o será, mas a medida em que a população tome consciência de sua força, a corrupção existente será eliminada, pelas urnas ou por outro modo. Aguardemos, fazendo a nossa parte.

A ilusão dos BRIC- “potências emergentes”:
A Rússia e a China são potências reais. A Índia, ainda não, mas tem armas nucleares e fabrica seu armamento. E nós? Bem, somos uma “potência ambiental”

Quando líderes mundiais se referem ao Brasil com elogios, pretendem, apenas, aplainar os caminhos para seus negócios num momento em que a economia internacional patina em terreno pantanoso. Nós, imbuídos num ufanismo tolo, só saímos perdendo, pois falta definir objetivos e criar poder militar compatível. De nada adianta ser considerado como “potência emergente” sem força.

E potência ambiental? O que significa? - Apenas ser fornecedor de matérias primas, além de uma elevada e injustificada responsabilidade nas mudanças climáticas (vide a falácia da “Amazônia pulmão do mundo”).

Bobagem nos iludirmos com o canto de sereia dos interesses internacionais. Identifiquemos nossos interesses e trabalhemos para os conseguir.

Perigo
Para a próxima disputa pelos escassos recursos naturais, a demarcação de imensas terras indígenas, preparou o "direito dos índios à autodeterminação" e a aplicação do "dever de ingerência". O território brasileiro, em especial a Região Amazônica, será dividido em quistos, protegidos por uma força internacional de paz. O pretexto será defender os direitos dos índios, a realidade, a exploração dos recursos naturais estratégicos.

A partir da Declaração Universal dos Direitos dos Indígenas a demarcação de terras indígenas assume o estágio de última posição para transformação em nações. Essa Declaração tem que ser recusada enquanto é tempo. De acordo com ela é vedado ao Brasil construir estradas, aeroportos e até mesmo operações com fins militares. Ou seja, abriu-se o caminho para perdermos parte do nosso rico e desejado território.
   
Liderança e gerencia
Todo militar sabe que em épocas normais não são necessários lideres, mas sim gerentes. E que em época de crise, gerencias não bastam.

A verdade é que os Comandantes militares jamais deixaram de acreditar naquilo que sempre defenderam Aparentemente intimidados, não estão. Só não estão dispostos a lutar por regimes políticos-econômicos ou por partidos, mas não se esqueceram totalmente dos valores que moldam nossa carreira e estão a par do que acontece em nosso país.  Apesar das críticas e provocações tem gerenciado a escassez, e o que sempre defenderão é a integridade da Nação.

A conjuntura interna ainda está sob controle; há muita corrupção, mas combatê-la não é missão das Forças Armadas. Entretanto a conjuntura mundial se torna  preocupante; há uma guerra mundial em gestação. Nossa neutralidade ou envolvimento dependerá de nossa capacidade de causar danos. Neste sentido é necessário imprimir mais velocidade na preparação da Força.

Primeiro pensemos quem pode nos ameaçar; depois, como enfrentar essa ameaça.

Para mim está claro que a ameaça não vem dos vizinhos, nem dos árabes nem dos chineses, e que só poderemos aspirar a paz se tivermos submarinos, armas anti-aéreas e muitos, muitos snipers. Com suas armas, é claro.

Então precisaremos também de liderança. Já pensou sobre isto?

Que Deus guarde a todos nós

Gelio Fregapani

Aproveito para informar que publiquei mais um livro: “A Amazônia no Grande Jogo Geopolítico Um Desafio Internacional.”
Trata-se de uma atualização e ampliação do “Amazônia - A Grande Cobiça Internacional”, publicado no ano 2000 -  Cel Fregapani.
Segue o link do seu livro a venda na internet:
http://www.thesaurus.com.br/livro/2832/a-amazonia-no-grande-jogo-geopolitico-um-desafio-mundial


Comentário nº 112 - Assuntos: VLS, Corrupção, BRICS e Liderança - Gelio Fregapani
15 de outubro de 2011

Bloqueio aos nossos Veículos Lançadores de Satélites (VLS)
Os mísseis Sonda foram a base para a construção do VLS. No começo importávamos dos USA quase todos os insumos; então por ordem do Pentágono foi cortada a venda. Primeiro da borracha liquida para a fabricação do combustível sólido. Depois o perclorato da amônia, para a queima do combustível sólido na ausência do oxigênio atmosférico, o aço para os vasos dos motores, computadores, plataformas inerciais, e por último a prestação de serviços. Na década de 90 chegaram a confiscar quatro vasos dos motores do VLS enviados aos EUA para serem lá temperados.

Nossos cientistas passaram a produzi-los aqui mesmo, exceto das plataformas inerciais e carbono-carbono que foram adquiridas dos russos e dos computadores de bordo, verdadeiros "cavalos de tróia", comprados dos ingleses.

Os EUA passaram a agir indiretamente usando a quinta-coluna cooptada nas fileiras dos governos Collor e FHC. Com a conivência desses governantes criou-se a Agencia Espacial Brasileira (AEB), através da qual a NASA passou a controlar e esterilizar os já parcos recursos destinados ao nosso programa espacial próprio.

Em 1997, usando a AEB e o INPE, nos enfiaram goela abaixo a "compra" de uma cota do consorcio da Estação Espacial Internacional e ainda nos convenceram a pagar o treinamento de um piloto militar, escolhido entre aqueles simpáticos a Washington, para transformá-lo em um "astronauta" visando nos fazer desperdiçar esforços e recursos em atividades estéreis. Para treinar o tenente coronel. aviador Marcos Pontes em  "gerente de carga", pagamos três milhões e novecentos mil euros, (o custo de um VLS completo).

Nada disso se compara as suspeitas explosões em Alcântara, inclusive a última, que nos ceifou a nata dos cientistas e atrasou por dez anos nosso desenvolvimento.

Contra a corrupção
A primeira marcha em 7 de setembro em Brasília foi ironizada por reunir  meia dúzia num País que reunia um milhão na marcha gay. Neste dia 12 já reuniu dezenas de milhares em Brasília, e começaram a espocar marchas em várias capitais. Certamente aumentará. Foi assim que começou na Índia, com as marchas de Gandi.

O STF e o Congresso foram os alvos principais dessa marcha popular e apartidária, convocada pela internet, para protestar durante um feriado na capital brasileira. Cerca de 20 mil pessoas, nas contas da PM, saíram de casa e propuseram pautas concretas.

Estamos começando a escutar o grito de um País, tímido no seu início, mas que se consolida. Esta marcha ainda foi pacífica, e a próxima provavelmente também o será, mas a medida em que a população tome consciência de sua força, a corrupção existente será eliminada, pelas urnas ou por outro modo. Aguardemos, fazendo a nossa parte.

A ilusão dos BRIC- “potências emergentes”:
A Rússia e a China são potências reais. A Índia, ainda não, mas tem armas nucleares e fabrica seu armamento. E nós? Bem, somos uma “potência ambiental”

Quando líderes mundiais se referem ao Brasil com elogios, pretendem, apenas, aplainar os caminhos para seus negócios num momento em que a economia internacional patina em terreno pantanoso. Nós, imbuídos num ufanismo tolo, só saímos perdendo, pois falta definir objetivos e criar poder militar compatível. De nada adianta ser considerado como “potência emergente” sem força.

E potência ambiental? O que significa? - Apenas ser fornecedor de matérias primas, além de uma elevada e injustificada responsabilidade nas mudanças climáticas (vide a falácia da “Amazônia pulmão do mundo”).

Bobagem nos iludirmos com o canto de sereia dos interesses internacionais. Identifiquemos nossos interesses e trabalhemos para os conseguir.

Perigo
Para a próxima disputa pelos escassos recursos naturais, a demarcação de imensas terras indígenas, preparou o "direito dos índios à autodeterminação" e a aplicação do "dever de ingerência". O território brasileiro, em especial a Região Amazônica, será dividido em quistos, protegidos por uma força internacional de paz. O pretexto será defender os direitos dos índios, a realidade, a exploração dos recursos naturais estratégicos.

A partir da Declaração Universal dos Direitos dos Indígenas a demarcação de terras indígenas assume o estágio de última posição para transformação em nações. Essa Declaração tem que ser recusada enquanto é tempo. De acordo com ela é vedado ao Brasil construir estradas, aeroportos e até mesmo operações com fins militares. Ou seja, abriu-se o caminho para perdermos parte do nosso rico e desejado território.
   
Liderança e gerencia
Todo militar sabe que em épocas normais não são necessários lideres, mas sim gerentes. E que em época de crise, gerencias não bastam.

A verdade é que os Comandantes militares jamais deixaram de acreditar naquilo que sempre defenderam Aparentemente intimidados, não estão. Só não estão dispostos a lutar por regimes políticos-econômicos ou por partidos, mas não se esqueceram totalmente dos valores que moldam nossa carreira e estão a par do que acontece em nosso país.  Apesar das críticas e provocações tem gerenciado a escassez, e o que sempre defenderão é a integridade da Nação.

A conjuntura interna ainda está sob controle; há muita corrupção, mas combatê-la não é missão das Forças Armadas. Entretanto a conjuntura mundial se torna  preocupante; há uma guerra mundial em gestação. Nossa neutralidade ou envolvimento dependerá de nossa capacidade de causar danos. Neste sentido é necessário imprimir mais velocidade na preparação da Força.

Primeiro pensemos quem pode nos ameaçar; depois, como enfrentar essa ameaça.

Para mim está claro que a ameaça não vem dos vizinhos, nem dos árabes nem dos chineses, e que só poderemos aspirar a paz se tivermos submarinos, armas anti-aéreas e muitos, muitos snipers. Com suas armas, é claro.

Então precisaremos também de liderança. Já pensou sobre isto?

Que Deus guarde a todos nós

Gelio Fregapani

Aproveito para informar que publiquei mais um livro: “A Amazônia no Grande Jogo Geopolítico Um Desafio Internacional.”
Trata-se de uma atualização e ampliação do “Amazônia - A Grande Cobiça Internacional”, publicado no ano 2000 -  Cel Fregapani.
Segue o link do seu livro a venda na internet:
http://www.thesaurus.com.br/livro/2832/a-amazonia-no-grande-jogo-geopolitico-um-desafio-mundial


Comentário nº 112 - Assuntos: VLS, Corrupção, BRICS e Liderança - Gelio Fregapani
15 de outubro de 2011

Bloqueio aos nossos Veículos Lançadores de Satélites (VLS)
Os mísseis Sonda foram a base para a construção do VLS. No começo importávamos dos USA quase todos os insumos; então por ordem do Pentágono foi cortada a venda. Primeiro da borracha liquida para a fabricação do combustível sólido. Depois o perclorato da amônia, para a queima do combustível sólido na ausência do oxigênio atmosférico, o aço para os vasos dos motores, computadores, plataformas inerciais, e por último a prestação de serviços. Na década de 90 chegaram a confiscar quatro vasos dos motores do VLS enviados aos EUA para serem lá temperados.

Nossos cientistas passaram a produzi-los aqui mesmo, exceto das plataformas inerciais e carbono-carbono que foram adquiridas dos russos e dos computadores de bordo, verdadeiros "cavalos de tróia", comprados dos ingleses.

Os EUA passaram a agir indiretamente usando a quinta-coluna cooptada nas fileiras dos governos Collor e FHC. Com a conivência desses governantes criou-se a Agencia Espacial Brasileira (AEB), através da qual a NASA passou a controlar e esterilizar os já parcos recursos destinados ao nosso programa espacial próprio.

Em 1997, usando a AEB e o INPE, nos enfiaram goela abaixo a "compra" de uma cota do consorcio da Estação Espacial Internacional e ainda nos convenceram a pagar o treinamento de um piloto militar, escolhido entre aqueles simpáticos a Washington, para transformá-lo em um "astronauta" visando nos fazer desperdiçar esforços e recursos em atividades estéreis. Para treinar o tenente coronel. aviador Marcos Pontes em  "gerente de carga", pagamos três milhões e novecentos mil euros, (o custo de um VLS completo).

Nada disso se compara as suspeitas explosões em Alcântara, inclusive a última, que nos ceifou a nata dos cientistas e atrasou por dez anos nosso desenvolvimento.

Contra a corrupção
A primeira marcha em 7 de setembro em Brasília foi ironizada por reunir  meia dúzia num País que reunia um milhão na marcha gay. Neste dia 12 já reuniu dezenas de milhares em Brasília, e começaram a espocar marchas em várias capitais. Certamente aumentará. Foi assim que começou na Índia, com as marchas de Gandi.

O STF e o Congresso foram os alvos principais dessa marcha popular e apartidária, convocada pela internet, para protestar durante um feriado na capital brasileira. Cerca de 20 mil pessoas, nas contas da PM, saíram de casa e propuseram pautas concretas.

Estamos começando a escutar o grito de um País, tímido no seu início, mas que se consolida. Esta marcha ainda foi pacífica, e a próxima provavelmente também o será, mas a medida em que a população tome consciência de sua força, a corrupção existente será eliminada, pelas urnas ou por outro modo. Aguardemos, fazendo a nossa parte.

A ilusão dos BRIC- “potências emergentes”:
A Rússia e a China são potências reais. A Índia, ainda não, mas tem armas nucleares e fabrica seu armamento. E nós? Bem, somos uma “potência ambiental”

Quando líderes mundiais se referem ao Brasil com elogios, pretendem, apenas, aplainar os caminhos para seus negócios num momento em que a economia internacional patina em terreno pantanoso. Nós, imbuídos num ufanismo tolo, só saímos perdendo, pois falta definir objetivos e criar poder militar compatível. De nada adianta ser considerado como “potência emergente” sem força.

E potência ambiental? O que significa? - Apenas ser fornecedor de matérias primas, além de uma elevada e injustificada responsabilidade nas mudanças climáticas (vide a falácia da “Amazônia pulmão do mundo”).

Bobagem nos iludirmos com o canto de sereia dos interesses internacionais. Identifiquemos nossos interesses e trabalhemos para os conseguir.

Perigo
Para a próxima disputa pelos escassos recursos naturais, a demarcação de imensas terras indígenas, preparou o "direito dos índios à autodeterminação" e a aplicação do "dever de ingerência". O território brasileiro, em especial a Região Amazônica, será dividido em quistos, protegidos por uma força internacional de paz. O pretexto será defender os direitos dos índios, a realidade, a exploração dos recursos naturais estratégicos.

A partir da Declaração Universal dos Direitos dos Indígenas a demarcação de terras indígenas assume o estágio de última posição para transformação em nações. Essa Declaração tem que ser recusada enquanto é tempo. De acordo com ela é vedado ao Brasil construir estradas, aeroportos e até mesmo operações com fins militares. Ou seja, abriu-se o caminho para perdermos parte do nosso rico e desejado território.
   
Liderança e gerencia
Todo militar sabe que em épocas normais não são necessários lideres, mas sim gerentes. E que em época de crise, gerencias não bastam.

A verdade é que os Comandantes militares jamais deixaram de acreditar naquilo que sempre defenderam Aparentemente intimidados, não estão. Só não estão dispostos a lutar por regimes políticos-econômicos ou por partidos, mas não se esqueceram totalmente dos valores que moldam nossa carreira e estão a par do que acontece em nosso país.  Apesar das críticas e provocações tem gerenciado a escassez, e o que sempre defenderão é a integridade da Nação.

A conjuntura interna ainda está sob controle; há muita corrupção, mas combatê-la não é missão das Forças Armadas. Entretanto a conjuntura mundial se torna  preocupante; há uma guerra mundial em gestação. Nossa neutralidade ou envolvimento dependerá de nossa capacidade de causar danos. Neste sentido é necessário imprimir mais velocidade na preparação da Força.

Primeiro pensemos quem pode nos ameaçar; depois, como enfrentar essa ameaça.

Para mim está claro que a ameaça não vem dos vizinhos, nem dos árabes nem dos chineses, e que só poderemos aspirar a paz se tivermos submarinos, armas anti-aéreas e muitos, muitos snipers. Com suas armas, é claro.

Então precisaremos também de liderança. Já pensou sobre isto?

Que Deus guarde a todos nós

Gelio Fregapani

Aproveito para informar que publiquei mais um livro: “A Amazônia no Grande Jogo Geopolítico Um Desafio Internacional.”
Trata-se de uma atualização e ampliação do “Amazônia - A Grande Cobiça Internacional”, publicado no ano 2000 -  Cel Fregapani.
Segue o link do seu livro a venda na internet:
http://www.thesaurus.com.br/livro/2832/a-amazonia-no-grande-jogo-geopolitico-um-desafio-mundial


Comentário nº 112 - Assuntos: VLS, Corrupção, BRICS e Liderança - Gelio Fregapani
15 de outubro de 2011

Bloqueio aos nossos Veículos Lançadores de Satélites (VLS)
Os mísseis Sonda foram a base para a construção do VLS. No começo importávamos dos USA quase todos os insumos; então por ordem do Pentágono foi cortada a venda. Primeiro da borracha liquida para a fabricação do combustível sólido. Depois o perclorato da amônia, para a queima do combustível sólido na ausência do oxigênio atmosférico, o aço para os vasos dos motores, computadores, plataformas inerciais, e por último a prestação de serviços. Na década de 90 chegaram a confiscar quatro vasos dos motores do VLS enviados aos EUA para serem lá temperados.

Nossos cientistas passaram a produzi-los aqui mesmo, exceto das plataformas inerciais e carbono-carbono que foram adquiridas dos russos e dos computadores de bordo, verdadeiros "cavalos de tróia", comprados dos ingleses.

Os EUA passaram a agir indiretamente usando a quinta-coluna cooptada nas fileiras dos governos Collor e FHC. Com a conivência desses governantes criou-se a Agencia Espacial Brasileira (AEB), através da qual a NASA passou a controlar e esterilizar os já parcos recursos destinados ao nosso programa espacial próprio.

Em 1997, usando a AEB e o INPE, nos enfiaram goela abaixo a "compra" de uma cota do consorcio da Estação Espacial Internacional e ainda nos convenceram a pagar o treinamento de um piloto militar, escolhido entre aqueles simpáticos a Washington, para transformá-lo em um "astronauta" visando nos fazer desperdiçar esforços e recursos em atividades estéreis. Para treinar o tenente coronel. aviador Marcos Pontes em  "gerente de carga", pagamos três milhões e novecentos mil euros, (o custo de um VLS completo).

Nada disso se compara as suspeitas explosões em Alcântara, inclusive a última, que nos ceifou a nata dos cientistas e atrasou por dez anos nosso desenvolvimento.

Contra a corrupção
A primeira marcha em 7 de setembro em Brasília foi ironizada por reunir  meia dúzia num País que reunia um milhão na marcha gay. Neste dia 12 já reuniu dezenas de milhares em Brasília, e começaram a espocar marchas em várias capitais. Certamente aumentará. Foi assim que começou na Índia, com as marchas de Gandi.

O STF e o Congresso foram os alvos principais dessa marcha popular e apartidária, convocada pela internet, para protestar durante um feriado na capital brasileira. Cerca de 20 mil pessoas, nas contas da PM, saíram de casa e propuseram pautas concretas.

Estamos começando a escutar o grito de um País, tímido no seu início, mas que se consolida. Esta marcha ainda foi pacífica, e a próxima provavelmente também o será, mas a medida em que a população tome consciência de sua força, a corrupção existente será eliminada, pelas urnas ou por outro modo. Aguardemos, fazendo a nossa parte.

A ilusão dos BRIC- “potências emergentes”:
A Rússia e a China são potências reais. A Índia, ainda não, mas tem armas nucleares e fabrica seu armamento. E nós? Bem, somos uma “potência ambiental”

Quando líderes mundiais se referem ao Brasil com elogios, pretendem, apenas, aplainar os caminhos para seus negócios num momento em que a economia internacional patina em terreno pantanoso. Nós, imbuídos num ufanismo tolo, só saímos perdendo, pois falta definir objetivos e criar poder militar compatível. De nada adianta ser considerado como “potência emergente” sem força.

E potência ambiental? O que significa? - Apenas ser fornecedor de matérias primas, além de uma elevada e injustificada responsabilidade nas mudanças climáticas (vide a falácia da “Amazônia pulmão do mundo”).

Bobagem nos iludirmos com o canto de sereia dos interesses internacionais. Identifiquemos nossos interesses e trabalhemos para os conseguir.

Perigo
Para a próxima disputa pelos escassos recursos naturais, a demarcação de imensas terras indígenas, preparou o "direito dos índios à autodeterminação" e a aplicação do "dever de ingerência". O território brasileiro, em especial a Região Amazônica, será dividido em quistos, protegidos por uma força internacional de paz. O pretexto será defender os direitos dos índios, a realidade, a exploração dos recursos naturais estratégicos.

A partir da Declaração Universal dos Direitos dos Indígenas a demarcação de terras indígenas assume o estágio de última posição para transformação em nações. Essa Declaração tem que ser recusada enquanto é tempo. De acordo com ela é vedado ao Brasil construir estradas, aeroportos e até mesmo operações com fins militares. Ou seja, abriu-se o caminho para perdermos parte do nosso rico e desejado território.
   
Liderança e gerencia
Todo militar sabe que em épocas normais não são necessários lideres, mas sim gerentes. E que em época de crise, gerencias não bastam.

A verdade é que os Comandantes militares jamais deixaram de acreditar naquilo que sempre defenderam Aparentemente intimidados, não estão. Só não estão dispostos a lutar por regimes políticos-econômicos ou por partidos, mas não se esqueceram totalmente dos valores que moldam nossa carreira e estão a par do que acontece em nosso país.  Apesar das críticas e provocações tem gerenciado a escassez, e o que sempre defenderão é a integridade da Nação.

A conjuntura interna ainda está sob controle; há muita corrupção, mas combatê-la não é missão das Forças Armadas. Entretanto a conjuntura mundial se torna  preocupante; há uma guerra mundial em gestação. Nossa neutralidade ou envolvimento dependerá de nossa capacidade de causar danos. Neste sentido é necessário imprimir mais velocidade na preparação da Força.

Primeiro pensemos quem pode nos ameaçar; depois, como enfrentar essa ameaça.

Para mim está claro que a ameaça não vem dos vizinhos, nem dos árabes nem dos chineses, e que só poderemos aspirar a paz se tivermos submarinos, armas anti-aéreas e muitos, muitos snipers. Com suas armas, é claro.

Então precisaremos também de liderança. Já pensou sobre isto?

Que Deus guarde a todos nós

Gelio Fregapani

Aproveito para informar que publiquei mais um livro: “A Amazônia no Grande Jogo Geopolítico Um Desafio Internacional.”
Trata-se de uma atualização e ampliação do “Amazônia - A Grande Cobiça Internacional”, publicado no ano 2000 -  Cel Fregapani.
Segue o link do seu livro a venda na internet:
http://www.thesaurus.com.br/livro/2832/a-amazonia-no-grande-jogo-geopolitico-um-desafio-mundial


Comentário nº 112 - Assuntos: VLS, Corrupção, BRICS e Liderança - Gelio Fregapani
15 de outubro de 2011

Bloqueio aos nossos Veículos Lançadores de Satélites (VLS)
Os mísseis Sonda foram a base para a construção do VLS. No começo importávamos dos USA quase todos os insumos; então por ordem do Pentágono foi cortada a venda. Primeiro da borracha liquida para a fabricação do combustível sólido. Depois o perclorato da amônia, para a queima do combustível sólido na ausência do oxigênio atmosférico, o aço para os vasos dos motores, computadores, plataformas inerciais, e por último a prestação de serviços. Na década de 90 chegaram a confiscar quatro vasos dos motores do VLS enviados aos EUA para serem lá temperados.

Nossos cientistas passaram a produzi-los aqui mesmo, exceto das plataformas inerciais e carbono-carbono que foram adquiridas dos russos e dos computadores de bordo, verdadeiros "cavalos de tróia", comprados dos ingleses.

Os EUA passaram a agir indiretamente usando a quinta-coluna cooptada nas fileiras dos governos Collor e FHC. Com a conivência desses governantes criou-se a Agencia Espacial Brasileira (AEB), através da qual a NASA passou a controlar e esterilizar os já parcos recursos destinados ao nosso programa espacial próprio.

Em 1997, usando a AEB e o INPE, nos enfiaram goela abaixo a "compra" de uma cota do consorcio da Estação Espacial Internacional e ainda nos convenceram a pagar o treinamento de um piloto militar, escolhido entre aqueles simpáticos a Washington, para transformá-lo em um "astronauta" visando nos fazer desperdiçar esforços e recursos em atividades estéreis. Para treinar o tenente coronel. aviador Marcos Pontes em  "gerente de carga", pagamos três milhões e novecentos mil euros, (o custo de um VLS completo).

Nada disso se compara as suspeitas explosões em Alcântara, inclusive a última, que nos ceifou a nata dos cientistas e atrasou por dez anos nosso desenvolvimento.

Contra a corrupção
A primeira marcha em 7 de setembro em Brasília foi ironizada por reunir  meia dúzia num País que reunia um milhão na marcha gay. Neste dia 12 já reuniu dezenas de milhares em Brasília, e começaram a espocar marchas em várias capitais. Certamente aumentará. Foi assim que começou na Índia, com as marchas de Gandi.

O STF e o Congresso foram os alvos principais dessa marcha popular e apartidária, convocada pela internet, para protestar durante um feriado na capital brasileira. Cerca de 20 mil pessoas, nas contas da PM, saíram de casa e propuseram pautas concretas.

Estamos começando a escutar o grito de um País, tímido no seu início, mas que se consolida. Esta marcha ainda foi pacífica, e a próxima provavelmente também o será, mas a medida em que a população tome consciência de sua força, a corrupção existente será eliminada, pelas urnas ou por outro modo. Aguardemos, fazendo a nossa parte.

A ilusão dos BRIC- “potências emergentes”:
A Rússia e a China são potências reais. A Índia, ainda não, mas tem armas nucleares e fabrica seu armamento. E nós? Bem, somos uma “potência ambiental”

Quando líderes mundiais se referem ao Brasil com elogios, pretendem, apenas, aplainar os caminhos para seus negócios num momento em que a economia internacional patina em terreno pantanoso. Nós, imbuídos num ufanismo tolo, só saímos perdendo, pois falta definir objetivos e criar poder militar compatível. De nada adianta ser considerado como “potência emergente” sem força.

E potência ambiental? O que significa? - Apenas ser fornecedor de matérias primas, além de uma elevada e injustificada responsabilidade nas mudanças climáticas (vide a falácia da “Amazônia pulmão do mundo”).

Bobagem nos iludirmos com o canto de sereia dos interesses internacionais. Identifiquemos nossos interesses e trabalhemos para os conseguir.

Perigo
Para a próxima disputa pelos escassos recursos naturais, a demarcação de imensas terras indígenas, preparou o "direito dos índios à autodeterminação" e a aplicação do "dever de ingerência". O território brasileiro, em especial a Região Amazônica, será dividido em quistos, protegidos por uma força internacional de paz. O pretexto será defender os direitos dos índios, a realidade, a exploração dos recursos naturais estratégicos.

A partir da Declaração Universal dos Direitos dos Indígenas a demarcação de terras indígenas assume o estágio de última posição para transformação em nações. Essa Declaração tem que ser recusada enquanto é tempo. De acordo com ela é vedado ao Brasil construir estradas, aeroportos e até mesmo operações com fins militares. Ou seja, abriu-se o caminho para perdermos parte do nosso rico e desejado território.
   
Liderança e gerencia
Todo militar sabe que em épocas normais não são necessários lideres, mas sim gerentes. E que em época de crise, gerencias não bastam.

A verdade é que os Comandantes militares jamais deixaram de acreditar naquilo que sempre defenderam Aparentemente intimidados, não estão. Só não estão dispostos a lutar por regimes políticos-econômicos ou por partidos, mas não se esqueceram totalmente dos valores que moldam nossa carreira e estão a par do que acontece em nosso país.  Apesar das críticas e provocações tem gerenciado a escassez, e o que sempre defenderão é a integridade da Nação.

A conjuntura interna ainda está sob controle; há muita corrupção, mas combatê-la não é missão das Forças Armadas. Entretanto a conjuntura mundial se torna  preocupante; há uma guerra mundial em gestação. Nossa neutralidade ou envolvimento dependerá de nossa capacidade de causar danos. Neste sentido é necessário imprimir mais velocidade na preparação da Força.

Primeiro pensemos quem pode nos ameaçar; depois, como enfrentar essa ameaça.

Para mim está claro que a ameaça não vem dos vizinhos, nem dos árabes nem dos chineses, e que só poderemos aspirar a paz se tivermos submarinos, armas anti-aéreas e muitos, muitos snipers. Com suas armas, é claro.

Então precisaremos também de liderança. Já pensou sobre isto?

Que Deus guarde a todos nós

Gelio Fregapani

Aproveito para informar que publiquei mais um livro: “A Amazônia no Grande Jogo Geopolítico Um Desafio Internacional.”
Trata-se de uma atualização e ampliação do “Amazônia - A Grande Cobiça Internacional”, publicado no ano 2000 -  Cel Fregapani.
Segue o link do seu livro a venda na internet:
http://www.thesaurus.com.br/livro/2832/a-amazonia-no-grande-jogo-geopolitico-um-desafio-mundial


Comentário nº 112 - Assuntos: VLS, Corrupção, BRICS e Liderança - Gelio Fregapani
15 de outubro de 2011

Bloqueio aos nossos Veículos Lançadores de Satélites (VLS)
Os mísseis Sonda foram a base para a construção do VLS. No começo importávamos dos USA quase todos os insumos; então por ordem do Pentágono foi cortada a venda. Primeiro da borracha liquida para a fabricação do combustível sólido. Depois o perclorato da amônia, para a queima do combustível sólido na ausência do oxigênio atmosférico, o aço para os vasos dos motores, computadores, plataformas inerciais, e por último a prestação de serviços. Na década de 90 chegaram a confiscar quatro vasos dos motores do VLS enviados aos EUA para serem lá temperados.

Nossos cientistas passaram a produzi-los aqui mesmo, exceto das plataformas inerciais e carbono-carbono que foram adquiridas dos russos e dos computadores de bordo, verdadeiros "cavalos de tróia", comprados dos ingleses.

Os EUA passaram a agir indiretamente usando a quinta-coluna cooptada nas fileiras dos governos Collor e FHC. Com a conivência desses governantes criou-se a Agencia Espacial Brasileira (AEB), através da qual a NASA passou a controlar e esterilizar os já parcos recursos destinados ao nosso programa espacial próprio.

Em 1997, usando a AEB e o INPE, nos enfiaram goela abaixo a "compra" de uma cota do consorcio da Estação Espacial Internacional e ainda nos convenceram a pagar o treinamento de um piloto militar, escolhido entre aqueles simpáticos a Washington, para transformá-lo em um "astronauta" visando nos fazer desperdiçar esforços e recursos em atividades estéreis. Para treinar o tenente coronel. aviador Marcos Pontes em  "gerente de carga", pagamos três milhões e novecentos mil euros, (o custo de um VLS completo).

Nada disso se compara as suspeitas explosões em Alcântara, inclusive a última, que nos ceifou a nata dos cientistas e atrasou por dez anos nosso desenvolvimento.

Contra a corrupção
A primeira marcha em 7 de setembro em Brasília foi ironizada por reunir  meia dúzia num País que reunia um milhão na marcha gay. Neste dia 12 já reuniu dezenas de milhares em Brasília, e começaram a espocar marchas em várias capitais. Certamente aumentará. Foi assim que começou na Índia, com as marchas de Gandi.

O STF e o Congresso foram os alvos principais dessa marcha popular e apartidária, convocada pela internet, para protestar durante um feriado na capital brasileira. Cerca de 20 mil pessoas, nas contas da PM, saíram de casa e propuseram pautas concretas.

Estamos começando a escutar o grito de um País, tímido no seu início, mas que se consolida. Esta marcha ainda foi pacífica, e a próxima provavelmente também o será, mas a medida em que a população tome consciência de sua força, a corrupção existente será eliminada, pelas urnas ou por outro modo. Aguardemos, fazendo a nossa parte.

A ilusão dos BRIC- “potências emergentes”:
A Rússia e a China são potências reais. A Índia, ainda não, mas tem armas nucleares e fabrica seu armamento. E nós? Bem, somos uma “potência ambiental”

Quando líderes mundiais se referem ao Brasil com elogios, pretendem, apenas, aplainar os caminhos para seus negócios num momento em que a economia internacional patina em terreno pantanoso. Nós, imbuídos num ufanismo tolo, só saímos perdendo, pois falta definir objetivos e criar poder militar compatível. De nada adianta ser considerado como “potência emergente” sem força.

E potência ambiental? O que significa? - Apenas ser fornecedor de matérias primas, além de uma elevada e injustificada responsabilidade nas mudanças climáticas (vide a falácia da “Amazônia pulmão do mundo”).

Bobagem nos iludirmos com o canto de sereia dos interesses internacionais. Identifiquemos nossos interesses e trabalhemos para os conseguir.

Perigo
Para a próxima disputa pelos escassos recursos naturais, a demarcação de imensas terras indígenas, preparou o "direito dos índios à autodeterminação" e a aplicação do "dever de ingerência". O território brasileiro, em especial a Região Amazônica, será dividido em quistos, protegidos por uma força internacional de paz. O pretexto será defender os direitos dos índios, a realidade, a exploração dos recursos naturais estratégicos.

A partir da Declaração Universal dos Direitos dos Indígenas a demarcação de terras indígenas assume o estágio de última posição para transformação em nações. Essa Declaração tem que ser recusada enquanto é tempo. De acordo com ela é vedado ao Brasil construir estradas, aeroportos e até mesmo operações com fins militares. Ou seja, abriu-se o caminho para perdermos parte do nosso rico e desejado território.
   
Liderança e gerencia
Todo militar sabe que em épocas normais não são necessários lideres, mas sim gerentes. E que em época de crise, gerencias não bastam.

A verdade é que os Comandantes militares jamais deixaram de acreditar naquilo que sempre defenderam Aparentemente intimidados, não estão. Só não estão dispostos a lutar por regimes políticos-econômicos ou por partidos, mas não se esqueceram totalmente dos valores que moldam nossa carreira e estão a par do que acontece em nosso país.  Apesar das críticas e provocações tem gerenciado a escassez, e o que sempre defenderão é a integridade da Nação.

A conjuntura interna ainda está sob controle; há muita corrupção, mas combatê-la não é missão das Forças Armadas. Entretanto a conjuntura mundial se torna  preocupante; há uma guerra mundial em gestação. Nossa neutralidade ou envolvimento dependerá de nossa capacidade de causar danos. Neste sentido é necessário imprimir mais velocidade na preparação da Força.

Primeiro pensemos quem pode nos ameaçar; depois, como enfrentar essa ameaça.

Para mim está claro que a ameaça não vem dos vizinhos, nem dos árabes nem dos chineses, e que só poderemos aspirar a paz se tivermos submarinos, armas anti-aéreas e muitos, muitos snipers. Com suas armas, é claro.

Então precisaremos também de liderança. Já pensou sobre isto?

Que Deus guarde a todos nós

Gelio Fregapani

Aproveito para informar que publiquei mais um livro: “A Amazônia no Grande Jogo Geopolítico Um Desafio Internacional.”
Trata-se de uma atualização e ampliação do “Amazônia - A Grande Cobiça Internacional”, publicado no ano 2000 -  Cel Fregapani.
Segue o link do seu livro a venda na internet:
http://www.thesaurus.com.br/livro/2832/a-amazonia-no-grande-jogo-geopolitico-um-desafio-mundial


Comentário nº 112 - Assuntos: VLS, Corrupção, BRICS e Liderança - Gelio Fregapani
15 de outubro de 2011

Bloqueio aos nossos Veículos Lançadores de Satélites (VLS)
Os mísseis Sonda foram a base para a construção do VLS. No começo importávamos dos USA quase todos os insumos; então por ordem do Pentágono foi cortada a venda. Primeiro da borracha liquida para a fabricação do combustível sólido. Depois o perclorato da amônia, para a queima do combustível sólido na ausência do oxigênio atmosférico, o aço para os vasos dos motores, computadores, plataformas inerciais, e por último a prestação de serviços. Na década de 90 chegaram a confiscar quatro vasos dos motores do VLS enviados aos EUA para serem lá temperados.

Nossos cientistas passaram a produzi-los aqui mesmo, exceto das plataformas inerciais e carbono-carbono que foram adquiridas dos russos e dos computadores de bordo, verdadeiros "cavalos de tróia", comprados dos ingleses.

Os EUA passaram a agir indiretamente usando a quinta-coluna cooptada nas fileiras dos governos Collor e FHC. Com a conivência desses governantes criou-se a Agencia Espacial Brasileira (AEB), através da qual a NASA passou a controlar e esterilizar os já parcos recursos destinados ao nosso programa espacial próprio.

Em 1997, usando a AEB e o INPE, nos enfiaram goela abaixo a "compra" de uma cota do consorcio da Estação Espacial Internacional e ainda nos convenceram a pagar o treinamento de um piloto militar, escolhido entre aqueles simpáticos a Washington, para transformá-lo em um "astronauta" visando nos fazer desperdiçar esforços e recursos em atividades estéreis. Para treinar o tenente coronel. aviador Marcos Pontes em  "gerente de carga", pagamos três milhões e novecentos mil euros, (o custo de um VLS completo).

Nada disso se compara as suspeitas explosões em Alcântara, inclusive a última, que nos ceifou a nata dos cientistas e atrasou por dez anos nosso desenvolvimento.

Contra a corrupção
A primeira marcha em 7 de setembro em Brasília foi ironizada por reunir  meia dúzia num País que reunia um milhão na marcha gay. Neste dia 12 já reuniu dezenas de milhares em Brasília, e começaram a espocar marchas em várias capitais. Certamente aumentará. Foi assim que começou na Índia, com as marchas de Gandi.

O STF e o Congresso foram os alvos principais dessa marcha popular e apartidária, convocada pela internet, para protestar durante um feriado na capital brasileira. Cerca de 20 mil pessoas, nas contas da PM, saíram de casa e propuseram pautas concretas.

Estamos começando a escutar o grito de um País, tímido no seu início, mas que se consolida. Esta marcha ainda foi pacífica, e a próxima provavelmente também o será, mas a medida em que a população tome consciência de sua força, a corrupção existente será eliminada, pelas urnas ou por outro modo. Aguardemos, fazendo a nossa parte.

A ilusão dos BRIC- “potências emergentes”:
A Rússia e a China são potências reais. A Índia, ainda não, mas tem armas nucleares e fabrica seu armamento. E nós? Bem, somos uma “potência ambiental”

Quando líderes mundiais se referem ao Brasil com elogios, pretendem, apenas, aplainar os caminhos para seus negócios num momento em que a economia internacional patina em terreno pantanoso. Nós, imbuídos num ufanismo tolo, só saímos perdendo, pois falta definir objetivos e criar poder militar compatível. De nada adianta ser considerado como “potência emergente” sem força.

E potência ambiental? O que significa? - Apenas ser fornecedor de matérias primas, além de uma elevada e injustificada responsabilidade nas mudanças climáticas (vide a falácia da “Amazônia pulmão do mundo”).

Bobagem nos iludirmos com o canto de sereia dos interesses internacionais. Identifiquemos nossos interesses e trabalhemos para os conseguir.

Perigo
Para a próxima disputa pelos escassos recursos naturais, a demarcação de imensas terras indígenas, preparou o "direito dos índios à autodeterminação" e a aplicação do "dever de ingerência". O território brasileiro, em especial a Região Amazônica, será dividido em quistos, protegidos por uma força internacional de paz. O pretexto será defender os direitos dos índios, a realidade, a exploração dos recursos naturais estratégicos.

A partir da Declaração Universal dos Direitos dos Indígenas a demarcação de terras indígenas assume o estágio de última posição para transformação em nações. Essa Declaração tem que ser recusada enquanto é tempo. De acordo com ela é vedado ao Brasil construir estradas, aeroportos e até mesmo operações com fins militares. Ou seja, abriu-se o caminho para perdermos parte do nosso rico e desejado território.
   
Liderança e gerencia
Todo militar sabe que em épocas normais não são necessários lideres, mas sim gerentes. E que em época de crise, gerencias não bastam.

A verdade é que os Comandantes militares jamais deixaram de acreditar naquilo que sempre defenderam Aparentemente intimidados, não estão. Só não estão dispostos a lutar por regimes políticos-econômicos ou por partidos, mas não se esqueceram totalmente dos valores que moldam nossa carreira e estão a par do que acontece em nosso país.  Apesar das críticas e provocações tem gerenciado a escassez, e o que sempre defenderão é a integridade da Nação.

A conjuntura interna ainda está sob controle; há muita corrupção, mas combatê-la não é missão das Forças Armadas. Entretanto a conjuntura mundial se torna  preocupante; há uma guerra mundial em gestação. Nossa neutralidade ou envolvimento dependerá de nossa capacidade de causar danos. Neste sentido é necessário imprimir mais velocidade na preparação da Força.

Primeiro pensemos quem pode nos ameaçar; depois, como enfrentar essa ameaça.

Para mim está claro que a ameaça não vem dos vizinhos, nem dos árabes nem dos chineses, e que só poderemos aspirar a paz se tivermos submarinos, armas anti-aéreas e muitos, muitos snipers. Com suas armas, é claro.

Então precisaremos também de liderança. Já pensou sobre isto?

Que Deus guarde a todos nós

Gelio Fregapani

Aproveito para informar que publiquei mais um livro: “A Amazônia no Grande Jogo Geopolítico Um Desafio Internacional.”
Trata-se de uma atualização e ampliação do “Amazônia - A Grande Cobiça Internacional”, publicado no ano 2000 -  Cel Fregapani.
Segue o link do seu livro a venda na internet:
http://www.thesaurus.com.br/livro/2832/a-amazonia-no-grande-jogo-geopolitico-um-desafio-mundial


Fonte:Ternuma

O SILÊNCIO DOS BONS É MUNIÇÃO PARA O ALARIDO DOS MAUS.

CHEGA DE SILÊNCIO - Valmir Fonseca Azevedo Pereira
Por vezes, o silêncio é a melhor resposta.

Na era das comunicações de massa, esta postura deve ser bem pensada, pois o domínio e a divulgação de ideias errôneas, a difusão de sofismas e ataques à honestidade, à honradez, bem como a propagação de uma grande mentira, não repelidos, tornam - se pelo mutismo dos atingidos, como verdades.

O silêncio, durante e, principalmente, após os governos militares, adotado pelos seus defensores, foi a porta aberta para a utilização espúria da arma básica das operações psicológicas – a propaganda.

Ao longo da História, o emprego da guerra psicológica sempre ocorreu e foi aproveitado pela esquerda, que dominando os meios de comunicação atuou com tal liberdade e despudor, que criou a Comissão da Verdade, para investigar os crimes cometidos contra os seus “heróis”, e não os protagonizados por eles.

O silêncio, por vezes, pode ser adequado, porém dependerá de esmiuçadas analises, tanto que, segundo as circunstâncias, não preconizamos a emissão de notas e desmentidos. Contudo, sob a ação contínua, inexorável, interminável, agressiva da mentira, das falsas acusações, e de infamantes injúrias, a réplica, até em alto e bom som, será um impositivo, no mínimo moral, ao contrário do silêncio, traduzido como aceitação.

Foi na inadmissível mudez dos difamados e prejudicados que se agigantaram as entidades, que escudadas em supostos direitos humanos e cortinados semelhantes, distorceram e difundiram o que quiseram, e o seu discurso ficou no ar com cara de verdade.

Conforme textos extraídos do Livro “A Grande Mentira” do Gen. Agnaldo Del Nero Augusto, destacamos:

- Aqui, por injunções políticas como que com vergonha da vitória sobre a ameaça totalitária, as comemorações da Revolução de março de 1964, que livrou mais uma vez a nação brasileira dos horrores do regime comunista, inicialmente eram realizadas em praça pública, com a participação da sociedade. Depois, ficaram confinadas aos quartéis, restritas ao público interno. Finalmente, foram relegadas ao esquecimento. Por quê? Em respeito a quê?

- Aqui, os terroristas são homenageados com nomes de ruas e de praças. Aqui, os verdadeiros traidores da democracia são indenizados pelo Estado. Aqui, chegamos ao paradoxo a que se refere Revel: “Uma situação em que aqueles que querem destruir a democracia parecem lutar por reivindicações legítimas, enquanto os que querem defendê-la são apresentados como os artífices de uma repressão reacionária”.

Aqui e acolá, surgiram vozes discordantes deste estado de espírito suicida, indignadas, não apenas com a injustiça para com seus companheiros que lutaram contra a subversão, mas pelos rumos ideológicos que ensombrecem o futuro da nação brasileira. Os GRUPOS TERRORISMO NUNCA MAIS, GUARARAPES e INCONFIDÊNCIA são, assim como outros não nomeados, núcleos de indignação.

Felizmente, eles não optaram pelo silêncio, e, se existem, quando heroicamente foram criados, e assim o fizeram, primordialmente por não encontrarem nas instâncias superiores, nem nas suas instituições a menor reação às mentiras que eram impostas, não apenas ao público, mas às novas gerações de militares que assistem à demolição de eventuais vocações.

O triste é que em campos opostos, no das ideias, no das posições ideológicas coexistam duas forças. De um lado, um gigantesco e forte Golias, apoiado, com recursos, com a governança ao seu lado; do outro um corajoso, mas desarmado Davi.

O Ternuma, desta forma, busca ativar o contato com as vítimas do terrorismo, com seus parentes, esposas, filhos, netos, amigos para que nos agrupemos, para, ao lado de Davi, esboçar alguma reação.

É ultrajante que além de todas as injustiças e tantas perseguições, persista, ainda, um silêncio vergonhoso quanto ao destino das vítimas do terrorismo. E quanto aos seus parentes? Onde estão? Como se sentem, desprotegidos, abandonados? E as suas estórias, os seus dramas? E os prejuízos morais e os financeiros?

São tantas estórias não divulgadas - medonhas consequências de um terrorismo e de um banditismo reconhecidos - escamoteadas para que a população não as conhecendo, não se horrorize, não lamente, não clame por justiça.

O proposital silêncio sobre o drama das famílias vítimas do terrorismo demonstra a vileza que se esconde na atual proposta de busca da verdade. Contudo, vamos conhecer e difundir a dor e o sofrimento das vítimas, de seus parentes e entes queridos. Vamos descortinar o véu que encobre as ações desencadeadas pelos criminosos e desvendar suas terríveis consequências para aqueles que obstaram o seu caminho, e aquelas que, meras testemunhas, desgraçadamente, foram atingidas pelo desatinado furor ideológico dos subversivos.

Meus prezados senhores, minhas caras senhoras, temos listadas mais de cem vítimas do terrorismo, foram cidadãos atingidos pelo holocausto da barbárie, poucos eram agentes da repressão, na maioria inocentes sacrificados no altar da ideologia, mas perguntamos, quantos foram atingidos direta ou indiretamente por aqueles facínoras, e não apenas fisicamente, mas nos seus negócios, na sua vida? Vítimas imoladas pelo terrorismo, párias ocultas pela propaganda da “Grande Mentira”.

Vejam o nosso site www.ternuma.com.br, e entrem em contato conosco para a atualização de nossos arquivos e a coleta de novos dados. Enviem a sua mensagem, o seu martírio, a sua injustiça, o seu endereço.

Vamos unir as vozes da indignação e, quem sabe, poderemos transformar o silêncio passado num retumbante grito de revolta, tão ensurdecedor que ecoará por todos os rincões da Nação?

Brasília DF, 15 de outubro de 2011.

Gen Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira - Presidente do TERNUMA


Fonte: Ternuma

ENQUANTO ISSO... A SAÚDE PÚBLICA É FERGONHOSA...

LULA DISTRIBUI R$ 61 BI PARA 27 PAÍSES EM 2 ANOS - Cláudio Humberto
Somente nos dois últimos anos de seu Governo, o ex-presidente Lula distribuiu mais de R$ 61 bilhões do contribuinte brasileiro para 27 países, a maioria na America Latina, sendo oito na África, para além de algumas das mais tenebrosas ditaduras, como Líbia, Síria e Irã. Parte expressiva dos recursos saiu do Brasil por meio de financiamento do BNDES para obras tocadas por empreiteiras favoritas do Governo.

Perplexidade
A lista dos 27 países que Lula deu dinheiro causou perplexidade nos senadores, até os governistas, da Comissão de Assuntos Econômicos.

Mão grande
A indignação dos senadores também decorre do fato de que os R$ 61 bilhões terem deixado os cofres públicos sem autorização do Senado.

'Desembolsos'
Oficialmente, o BNDES admite "desembolsos" de US$ 1,2 bilhão na América Latina e de US$ 906 milhões na África. Ou R$ 3,38 bilhões.

Primeiro eles
Os R$ 61 bilhões destinados por Lula aos 27 países em dois anos é um valor superior à soma das transferências para os Estados, no período.

Fonte:Ternuma

O PODER DO MAIOR CIRCO DO MUNDO= FIFA

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Dilma entrega soberania do Brasil à FIFA.

A FIFA impõe isenção de impostos. Determina cobrança de ingresso integral. Libera a venda de bebidas alcoólicas em locais com presença de menores. Tem o direito de mudar nomes de estádios, de parques e de ruas. Decreta, inclusive, a criação de um tribunal de exceção, um STF 2, uma corte especializada para julgar casos referentes à Copa 2014. Cria uma zona de exclusão de dois quilômetros em volta dos estádios, onde só ela pode autorizar o que será comercializado. Tudo isso a um custo estimado em R$ 120 bilhões para o país, quatro vezes mais o que o governo federal conta para o povo que vai gastar. Dilma Rousseff está entregando a soberania do país para a FIFA,  uma instituição privada cercada de acusações de corrupção por onde anda, tendo à frente das negociações um ministro dos Esportes que nada e chafurda na lama, há anos. O Legislativo do Brasil está sendo colocado de joelhos diante da FIFA. Onde está a vergonha na cara para dizer um basta a tudo isso?