quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

JÁ PAGAMOS MAIS DE 1/3º DO ANO COM IMPOSTOS

DIÁLOGO ENTRE COLBERT E MAZARINO DURANTE O REINADO DE LUÍS XIV:
Jean Baptiste Colbert – Ministro de Estado de Luis XIV

Reims, 29 de Agosto de 1619 – Paris, 06 de Setembro de 1683

Jules Mazarin – nascido na Itália foi cardeal e primeiro ministro da França

(Pescina, 14 de julho de 1602 — 9 de março de 1661)

Colbert: Para encontrar dinheiro, há um momento em que enganar (o contribuinte) já não é possível. Eu gostaria, Senhor Superintendente, que me explicasse como é que é possível continuar a gastar, quando já se está endividado até ao pescoço...

Mazarino: Se se é um simples mortal, claro está, quando se está coberto de dívidas, vai-se parar à prisão. Mas o Estado... o Estado, esse, é diferente!!! Não se pode mandar o Estado para a prisão. Então, ele continua a endividar-se...todos os Estados o fazem!

Colbert: Ah, sim? O Senhor acha isso mesmo? Contudo, precisamos de dinheiro. E como é que havemos de o obter se já criamos todos os impostos imagináveis?

Mazarino: Criam-se outros.

Colbert: Mas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres.

Mazarino: Sim, é impossível.

Colbert: E então...os ricos?

Mazarino: Os ricos também não. Eles não gastariam mais. Um rico que gasta faz viver centenas de pobres.

Colbert: Então, como havemos de fazer?

Mazarino: Colbert! Tu pensas como um queijo, como um penico de um doente! Há uma quantidade enorme de gente situada entre os ricos e os pobres: os que trabalham sonhando em vir a enriquecer e temendo ficarem pobres. É a esses que devemos lançar mais impostos, cada vez mais, sempre mais! Esses, quanto mais lhes tirarmos mais eles trabalharão para compensarem o que lhes tiramos. É um reservatório inesgotável!

Extraído de“Diálogos de Estado”


Fonte:TERNUMA

OS ENGANADORES DA POLÍTICA MUDARAM O RUMO DO BRASIL

QUANDO O POVO ERA FELIZ E NÃO SABIA ? Grupo Guararapes
ÉLIO GASPARI E O GOVERNO MEDICI doc. nº 10-2011

Em "A ditadura derrotada", um libelo contra o regime militar, Élio Gaspari afirma o seguinte sobre o governo Medici:

A ditadura estava no seu oitavo ano, no terceiro general. Médici cavalgava popularidade, progresso e desempenho.

Uma pesquisa do IBOPE realizada em julho de 1971 atribuíra-lhe 82% de aprovação.

Em 1972 a economia cresceria 11,9%, a maior taxa de todos os tempos.

Era o quinto ano consecutivo de crescimento superior a 9%.

A renda per capita dos brasileiros aumentara 50%. Pela primeira vez na história as exportações de produtos industrializados ultrapassaram 1 bilhão de dólares.

Duplicara a produção de aço e o consumo de energia, triplicara a de veículos, quadruplicara a de navios.

A Bolsa de Valores do Rio de Janeiro tivera em agosto uma rentabilidade de 9,4%.

Vivia-se um regime de pleno emprego.

No eixo Rio-São Paulo executivos ganhavam mais que seus similares americanos ou europeus.

Kombis das empresas de construção civil recrutavam mão de obra no ABC paulista com altos falantes oferecendo bons salários e conforto nos alojamentos.

Um metalúrgico parcimonioso ganhava o bastante para comprar um fusca novo.

Em apenas dois anos os brasileiros com automóvel passaram de 9% para 12% da população e as casas com televisão de 24% para 34%.

O Secretário do Tesouro americano, John Connally, dissera que "os EUA bem poderiam olhar para o exemplo brasileiro, de modo a pôr em ordem a sua economia".

Isto está lá, nas páginas 26 e 27 do livro de Elio Gaspari   "Ditadura Derrotada".

É isso aí!

Para completar, a Polícia era Polícia e o Bandido era Bandido e nós não morávamos atrás de grades...

E acrescento:

E os larápios e assaltantes do dinheiro público, falsos democratas encastelados no governo, só sabem falar daquilo,,,$$$.




Fonte:TERNUMA